me, myself and i @ 18:36

09/02/10

Muito se escreve por essa blogosfera fora. É vê-los. E que faço eu? Rio. Tenho que rir para ser simpática. É que é tudo tão ridículo, tão pequeno, tão infundado, tão sem ponta por onde se pegue que se não rio a coisa é capaz de azedar. E depois, diz que é para isso que cá estou, para rir, e eu, que gosto tanto, rio, pois que sim.

 

Valha-vos a santa! Ide coser meias rotas a ver se ocupais melhor o vosso tempo. Ide.




me, myself and i @ 17:20

09/02/10

Saibam tudo, aqui. :)

Mais definições aqui.




me, myself and i @ 15:41

09/02/10

 Eu trabalho na função pública e não sabia.




me, myself and i @ 11:22

09/02/10

Sabem bem mas podem ser tããão inconvenientes. 

Shame on you, girl! 




me, myself and i @ 16:22

08/02/10

 

Pode, e deve, vir com uma dedicatória especial de corrida.




me, myself and i @ 16:02

08/02/10

 

 

Um nadinha over the top, mas que importa, a malta não se casa todos os dias, né? É.

Na Rosa Clará.




me, myself and i @ 10:29

08/02/10

"Portanto, estive a ouvir-te e, limpando tudo, fazendo assim uma síntese, se eu bem entendo, posso estar enganado, mas, se bem entendo...já estamos atrasados!"




me, myself and i @ 12:46

05/02/10

“É gente de circo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade.”

 

“Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa!”

 

“Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse.”

 

“Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis? P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim?”

 

“Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho.”

 

“Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia...Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença!”

 

“A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva...

O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?"

 

"Os exames são uma vergonha. Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores ! Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada!”

 

“Há dias circulava na Internet uma notícia sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina. Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina. Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação. Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice!"

 

“Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros: A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios...”

 

“Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar?”

 

“Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem...”

 

"Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sítio. Esta interpenetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas...Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si...Porque é que se vai buscar políticos para as empresas?”

 

“Um político é um político e um empresário é um empresário. Não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro...é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade.”




me, myself and i @ 10:36

05/02/10

 Estou pobre. Estourei o dinheiro todo em neve. Podia ter sido em sapatos, mas não, é neve.




me, myself and i @ 17:35

04/02/10

Comentários. Quero comentários. 

Ah e tal, cenas, algumas reservas, reupéupéu pardais ao ninho e coiso...

Não quero saber! Eu quero é comentários. Faz isso. Obrigada.




me, myself and i @ 12:32

04/02/10

Avintes é que se auto-intitula de Capital do Teatro Amador mas o CALE-se nasce e vive em Canidelo pelas mãos da Associação Recreativa de Canidelo.

 

Ora, custa-me que o grande festival internacional de teatro de Gaia não seja obra nossa. Bairrismo da minha parte? Inveja? Talvez. :) É tempo das associações Avintenses arrepiarem caminho para fazermos jus ao título. Qualidade, capacidade e história não nos falta. Let's go!




me, myself and i @ 15:09

03/02/10

Olha bem para mim. Agora, olha bem para ti. Deixei-me estremecer. Foi só um momento mas o medo quase que me tomou por completo. Depois lembrei-me: eu não tenho medo de gente. E tu, tu és só um pedaço de gente. Achas-te grande mas não és. Cheira-me que estás com alguma dificuldade de entendimento quanto a isso. Repito: olha bem para mim. Agora, olha bem para ti. Pediste a guerra, vais tê-la.




me, myself and i @ 14:32

03/02/10

No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island. No man is an island.

  

What do I mean with this? Human beings do not thrive when isolated from others.

 

As a homework my advice to you is: every morning, look in the mirrow and repeat this to yourself. Maybe then you'll stop acting like an idiot!




me, myself and i @ 11:13

03/02/10

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rgcnywnimxi49828x4nz73xtzb<dopweim vjsijnvjetbycgbowcytuixq ueiw< >!!!

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kvwoxur9fnwjegusbxips!




me, myself and i @ 12:13

02/02/10

Eu não escrevo para ti. Escrevo para mim. Portanto, nem tudo aquilo que aqui está é um recado para ti. Quando conseguires entender isso pode ser que deixes de ver coisas que não existem, não aconteceram nem vão acontecer.




me, myself and i @ 10:21

02/02/10

Tenho esta coisa comigo. Gosto de capicuas. Estão sempre a saltar-me aos olhos. É isso e matrículas. É uma panca mais ou menos. Gosto. Sei montes de matrículas e sou capaz de reconhecer uma que vi na semana passada na viagem Porto - Viana. Faço construções maradas com matrículas, procuro capicuas, procuro significados escondidos, enfim, é a maluqueira! É, é de doidos, por isso, derreto-me quando alguém ultrapassa a loucura e  me diz:

- "Sabes que dia é hoje?"

 

páro um nanosegundo para pensar e exclamar:

- "SEI! 01.02.10!"

 




me, myself and i @ 09:13

02/02/10

Olha, o JN censurou um texto do Mário Crespo!

Se não fosse verdade até podia ter alguma graça, não era? Not!  Está tudo DOIDO?

 

O Fim da Linha | Mário Crespo
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.
 





me, myself and i @ 18:24

31/01/10

E no primeiro domingo de sol bom e quentinho estou fechada em casa porque diz que tenho que estudar. E só por isso, de castigo, já não estudo.

 

(brincadeirinha! brincadeirinha.) 





me, myself and i @ 17:42

31/01/10

"Aconteceu 

Chama-lhe sorte ou azar 
Eu não estava à tua espera 
E tu voltaste a passar 
Nunca senti bater o meu coração 
Como senti ao sentir a tua mão 
Na tua boca o tempo voltou atrás 
E se fui louca 
Essa loucura 
Essa loucura foi paz" 




me, myself and i @ 17:53

29/01/10

Adivinhem, ó adivinhem lá que nota tive eu no exame de ontem! Adivinhem. Aquele exame que tinha 3 perguntas, das quais eu só tinha matéria para responder a uma. Adivinhem. =)




me, myself and i @ 11:45

28/01/10

  «As minhas palavras serão de agradecimento. A Fundação José Saramago teve uma ideia, louvável por definição, mas que poderia ter entrado na história como uma simples boa intenção, mais uma das muitas com que dizem estar calcetado o caminho para o inferno. Era a ideia editar um livro. Como se vê, nada de original, pelo menos em princípio, livros é o que não falta. A diferença estaria em que o produto da venda deste se destinaria a ajudar as vítimas sobreviventes do sismo do Haiti. Quantificar tal ajuda, por exemplo, na renúncia do autor aos seus direitos e numa redução do lucro normal da editora, teria o grave inconveniente de converter em mero gesto simbólico o que deveria ser, tanto quanto fosse possível, proveitoso e substancial. Foi possível. Graças à imediata e generosa colaboração das entidades que participam na feitura e difusão de um livro, desde a fábrica de papel à tipografia, desde o distribuidor ao comércio livreiro, os 15 euros que o comprador gastará serão integralmente entregues à Cruz Vermelha para que os faça seguir ao seu destino. Se chegássemos a um milhão de exemplares (o sonho é livre) seriam 15 milhões de euros de ajuda. Para a calamidade que caiu sobre o Haiti 15 milhões de euros não passam de uma gota de água, mas A Jangada de Pedra (foi este o livro escolhido) será também publicada em Espanha e no mundo hispânico da América Latina. Quem sabe então o que poderá suceder? A todos os que nos acompanharam na concretização da ideia primeira, tornando-a mais rica e efectiva, a nossa gratidão, o nosso reconhecimento para sempre.

José Saramago»




me, myself and i @ 17:44

26/01/10

E tu, o que fazes?

Eu? Desafio as probabilidades. E gosto.




me, myself and i @ 11:43

26/01/10

"É (pausa), é muito fofinha."

Quase como a outra que "sempre foi gira!"

 

Está bonito, isto.

loooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool




me, myself and i @ 17:59

25/01/10

Esquiar mesmo. E estou a panicar. Cair, partir-me toda e tal, é na boa. Sou pessoa dada ao queixume mas com resistência catita a dores e nódoas negras. Agora, ser péssima aos olhos de todos é que é pior. O desporto não é a minha cena. Não é! A não ser que falemos de bowling, claro. Ou de maratonas de leitura. Ou golf, também devo ser boa nisso. Mas não!, vou para neve, da profissional e com um monte de malta pró às costas, armada em boa, equipada até às orelhas mas sem jeitinho nenhum para a coisa. Dicas? Anyone?

 

Encontro uma, ou outra, ou três vantagens para me prestar a esta vergonha pública mas vou guardar para mim. ;)




me, myself and i @ 15:33

25/01/10

Em público não me conhece. Nem para um bom-dia sirvo.

Na privacidade do msn é @ melhor amig@.

 

Acho graça.





me, myself and i @ 20:30

24/01/10

Ele há dias em que isto não vai nem com massa de atum mergulhada em natas nem com toneladas de kitkat.




me, myself and i @ 17:33

23/01/10

Disse ele. E eu percebo. No Benfica não há nada nem ninguém para idolotrar. Percebo.





me, myself and i @ 16:22

23/01/10

"Aconteceu, eu não estava à tua espera
E tu não me procuravas nem sabias quem eu era
Eu estava ali só porque tinha que estar
E tu chegaste porque tinhas que chegar
Olhei para ti, o mundo inteiro parou
Nesse instante a minha vida, a minha vida mudou."





me, myself and i @ 01:17

22/01/10

 ...tenho ciúmes das expressões que outros também usam.

Só porque isso me lembra que não fui eu a chegar primeiro.

 

Cenas. Vidas. E coisos. :) 




me, myself and i @ 00:19

22/01/10

Eu sei, sou uma cabra, fria e calculista. Eu sei, sou má. Eu sei, fiz mal. Eu sei, bem sei que sou a bruxa má. Eu sei porque todos os dias quando me olho no espelho deixo que ele o reflicta. Assim como se fosse a minha cruz. Tudo na vida tem consequências, não é? E eu achei que esta devia ser minha. Uma nuvem muito negra e pesada sobre os ombros. O peso fez-me baixar as armas, as defesas. E tu fizeste aquilo que fazes melhor: manipulaste. Eu vi, mas deixei. Parecia-me justo. As cabras, frias e calculistas merecem sempre um castigo, não é? Mas agora chega. E chega mesmo. Como sabes, a minha tecla delete está afinadíssima. É uma cena de cabras, frias e calculistas: delete e puf! uma pessoa a menos na minha vida. Delete para ti. Delete.





me, myself and i @ 16:01

20/01/10

A propósito disto dizem-me:

 

H. diz: está bem, conseguiste dar a volta à coisa

H. diz: cozinha de fusão

H. diz: é o nome que se dá a isso

H. diz: normalmente a fusão é entre o tradicional e o contemporâneo

H. diz: mas tu conseguiste fazer o impossível

H. diz: fundir uma azelhice com outra coisa qualquer


by Helder Mendes, msn at 16:00




me, myself and i @ 15:35

20/01/10

Massa salgada. Inédito! Aliás, é um upgrade na minha experiência culinária!

A minha especialidade é cenas sem sal. Por isso, é lucro.





me, myself and i @ 17:35

19/01/10

"Só os burros é que não mudam de ideias." 

 

Pronto, às vezes se me virem por aí a mudar de ideias que nem maluca, por favor, tenham este post em consideração. Obrigadinha.




me, myself and i @ 17:18

19/01/10

 

 Aquele em que trazemos o primeiro MacBook para casa. :D

Coisa mai'linda da menina!




me, myself and i @ 01:03

19/01/10

Ao Gerald Ford. Também não sabiam, pois claro!

Pumba, bai buscar!




me, myself and i @ 00:45

19/01/10

Jimmy Carter foi o presidente dos USA eleito em 1976 e antes disso foi senador da Georgia - sabem onde é a Georgia? Não? É onde fica Atlanta! Jimmy era um tipo porreiro, um fixe, daquelas pessoas mesmo simpáticas. Mas Jimmy tinha um legado pesado, o seu antecessor era Nixon e por isto a comunicação social não o largava, sempre à procura de um podrezinho. Nessa cruzada, certo dia, um jornalista visita a mãe de Jimmy para uma entrevista, que o recebe com um: "Faça favor de entrar, tenho muito gosto em recebe-lo.". Algures na conversa pergunta-lhe qualquer coisa como isto: "O seu filho, teve assim alguma atitude menos correcta?". Ao que a mãe responde: "Não, quando muito umas mentirinhas!".  O jornalista, sedento de sangue: "Umas mentirinhas, huuuummm, o que são umas mentirinhas?". A mãe: "Sabe, o senhor quando chegou eu disse-lhe 'Faça favor de entrar, tenho muito gosto em recebe-lo.', pronto, isso é uma mentirinha.

 

 

Sabiam isto? Nem eu. Agora sei. ;)




me, myself and i @ 16:26

18/01/10

 Porreiro! Que eu também não vou à bola com eles. Por isso, bem podem ir jogar para a Sibéria que eu estou nem aí! Tá? Pronto.




me, myself and i @ 14:44

18/01/10

 

"Ana Moura chega a Braga com o novo disco na bagagem. ‘Leva-me aos Fados’ é o quarto álbum de estúdio da fadista e o sucessor do multi-galardoado ‘Para Além da Saudade’ (2007). Após a consagração obtida com o trabalho anterior, Ana Moura regressa aos palcos com um conjunto de temas que anuncia uma leveza de espírito e uma contextualização do género musical mais português fora dos clichés lúgubres, mostrando na alma mais raça que melancolia e cantando mais um lamento revoltado do que uma aceitação contemplativa dos males da vida. Os anos mais recentes de Ana Moura têm sido felizes. O dueto com Mick Jagger em pleno concerto dos Rolling Stones no Estádio de Alvalade, o Disco de Platina que o álbum anterior “Para Além da Saudade” venceu por vendas superiores a 20 mil unidades, a aclamada digressão mundial do ano passado ou o Prémio Amália para Melhor Intérprete empurram Ana Moura para um estatuto de estrela. Em “Leva-Me aos Fados”, Ana Moura aproveita o vento e cresce na proporção do momento."

 

É dia 5 de Fevereiro, às 21h30, no Theatro Circo.




me, myself and i @ 13:40

18/01/10

 Tenho que estudar. Digo a mim própria em loop. Por onde começo? :S




me, myself and i @ 17:07

14/01/10

Há uma vaga para voluntária em Timor, tempo minimo um ano.

Para esclarecimentos: vts.nacional@gmail.com

 

(informação via Procuradoria das Missões Claretianas)




me, myself and i @ 14:35

14/01/10

Quando, estando eu no cú de Judas, aparentemente, sou a única que ouve a campainha tocar! CA$%$&#&




me, myself and i @ 13:08

14/01/10

Não sou uma pessoa que se aborrece. Isso é para meninos. Antes uma pessoa que fica irada. E gosto. A ira, o sangue quente, a revolta, a intensidade, a verdade dolorosa e certeira. Também sei ser boazinha. Também gosto de paz. Mas pouca que isso é muito monótono.

Eu tinha no lugar deste parágrafo um texto assim a puxar o agressivo mas, como digo acima, eu também sei ser boazinha. Não vou publicar. Vou fazer de conta. Vou, aliás, continuar a fazer de conta. Continuo a fazer de conta que vos dou o benefício da dúvida. Continuo, também, a fazer de conta que não vejo esses sorrisinhos de prazer a cada falha minha. E ficamos assim, no faz de conta.




me, myself and i @ 12:17

14/01/10

 

Ai, Mãezinha! Está calor, não está?!




me, myself and i @ 11:00

14/01/10

Toda eu já fui agudos. Agora, toda eu sou sou graves.

Não é fácil ser eu. Não é.




me, myself and i @ 15:56

13/01/10

N. diz: Fica-te um bocado mal estares a corrigir-me quando estou a falar de coisas sérias...

N. diz: É como quando um gajo está com tesão e a namorada diz que está cheia de sono!

B. diz: loooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooool




me, myself and i @ 15:11

13/01/10

 

É a Megan Fox. Há gajas lindas. E podres.




me, myself and i @ 14:51

13/01/10

 

Lindo! Tirava-lhe o laço e a alça. Mas é perfeito, né? Na Amsale.




me, myself and i @ 16:15

11/01/10

 

Dia 9 de Março no Coliseu do Porto. Ainda não é este ano! :(

 




me, myself and i @ 14:39

11/01/10

Os exames começam para a semana. STOP. Odeio isto. STOP. Odeio!. STOP.




me, myself and i @ 11:50

11/01/10

José Sócrates concordou com a opção da TAP de não pagar prémios de desempenho às dez trabalhadoras que estiveram de baixa por maternidade em 2007. A propósito disto vamos fazer de conta que não existe uma lei que previne estas coisas. Faz conta! Vamos só pelo caminho do bom senso, sim? Vamos lá.

 

Quem é que pode ter filhos? As mulheres. Porquê? A mãe natureza é uma tola e achou por bem dar-nos esta graça! A malta não pediu mas ela deu. Diz que é o melhor do Mundo. Continuando. As mulheres podem passar essa graça aos homens? Assim como que alternando...um ano vou parir eu, no seguinte vais parir tu. Não. O que significa isto? As mulheres não têm opção! Vou repetir: não têm opção. Mas que se foda, né? As mulheres que se amanhem! Mais uma vez que elas já estão habituadinhas. Come e cala-te, minha menina.

 

E agora, o que é verdadeiramente grave nesta história toda é que nem com o Estado podemos contar para nos proteger destes pseudo-gestores.  Mais: entre muitas outras coisas, o que pede o Governo às famílias? Pede criancinhas. Muitas. Que o país está envelhecido. E reupeupéu  pardais ao ninho E depois, o que faz o Governo? Apoia atitudes criminosas como esta da  sôdona TAP - e quem diz TAP  diz qualquer empresa de vão de escada.

 

E andamos nisto. 

O Mundo é um gigante Clube da Pila.




me, myself and i @ 11:36

11/01/10

Aquilo que me faz estar do outro lado da estrada é uma crença (não tenho modo de o provar) na fraca eficácia das palavras. Eu não acredito que uma alteração à definição de casamento (o que muita gente propõe em alternativa é uma união em tudo igual excepto no nome) altere o significado do casamento como hoje o conhecemos. O casamento entre um homem e uma mulher continuará a ser o modo ideal de garantir a perpetuação da espécie, e essa é uma posição que não será alterada e continuará a ser reconhecida e protegida pelos homens. Abrir a possibilidade de casamento a casais de pessoas do mesmo sexo não vai esvaziar nem molestar a centralidade do casamento entre pessoas de sexos diferentes, e se isso viesse a acontecer significaria que essa centralidade era artificial, algo em que eu não acredito.

 

e continua:

A legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo não vai fazer aumentar o número de homossexuais, as pessoas que estejam descansadas, vai é permitir criar as condições para que os homossexuais não se sintam forçados a esconder a sua condição e casar com pessoas do sexo oposto e, consequentemente, fazer aumentar a percentagem de casamentos infelizes. Aliás, nesse sentido, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma medida que promoverá a instituição do casamento heterossexual fazendo diminuir o número de casamentos falsos. Imaginem o que é descobrir, ao fim de 10 anos de casamento, que o vosso cônjuge é homossexual. Imaginem lá. Muito bonito, o cenário, muito bonito. Portanto, um pouco mais de bom senso para podermos todos seguir com as nossas vidas.




me, myself and i @ 23:28

10/01/10

Há gente, adulta, crescida, vivida, tudo, tudo, tudo, que não sabe separar as águas. Chato, isso! Eu, do alto dos meus 27 anos, tenho tanto para vos ensinar...vinde aprender, vinde!




me, myself and i @ 18:33

08/01/10

No que diz respeito a igualdade de direitos fica a faltar o direito a adopção por casais homosexuais. O que é que eu tenho a dizer sobre isto? As crianças só precisam de uma coisa: ser amadas.






me, myself and i @ 15:12

08/01/10

Alguém me diz:

"Tem cuidado. Isto é tudo muito estranho. Espero estar enganad@ mas...ainda me vou rir com isto."

 

E eu queria ter essa frieza de julgamento. Não tenho. Ao mesmo tempo não estou a fazer nada que alimente a situação mas também não sou capaz de exterminá-la. Vai ser só depois de me fazer muito, muito mal. Faz parte. Faz parte de mim.

 





me, myself and i @ 12:31

08/01/10

"Diferente para o que é diferente", dizem. Revolta-me! Senhores, como isto me revolta e mexe com todos os milímetros do meu ser!

 

As pessoas são diferentes? Sem dúvida. Eu tenho sardas, tu não. Eu gosto de fado, tu de punk rock. Os Homens têm todos os mesmos direitos? Diz que sim. Então, porque é que eu, heterosexual, posso casar com quem quiser, as vezes que bem entender, e tu, homosexual, não? "Ah e tal porque é diferente!"

 

Mas alguém me explica que diferença é esta? Não é de amor que estamos a falar? Não é de família que estamos a falar? Não é de ser felizes que estamos a falar? Porque é este o objectivo de todos os Homens: ser feliz. Então, porque é que a lei me diz que eu, heterosexual, posso ser mais feliz do que tu, homosexual?

 

E agora vocês dizem: "Calma! Estás a confundir tudo, miúda! Ai ai ai! Que nós temos muito respeito pelas escolhas (!?) dessas (!?) pessoas, que como pessoas têm os mesmos direitos que as outras, só não pode é chamar-se casamento porque isso é uma coisa diferente! De resto, podem (!?) ter os mesmos direitos."

 

Perdoem-me, às vezes sou um pouco burra, mas, parece-me, posso estar enganada, mas, quer-me parecer que...eeerrrr, isso não é ter os mesmos direitos! Ter o mesmo direito é ter o mesmo nome, é que não tendo o mesmo nome já estamos a fazer diferença, fofuras!

 

Mas o  problemazito é esse, né?, o santo nome do "casamento". Resolve-se bem: passa a chamar-se "união civil" ou "mesa", é indiferente!, tem é que ser para todos, homosexual, heterosexual, preto ou azul às bolinhas, todos passam a ter "uniões civis" ou "mesas" e o "casamento" fica só para os religiosos desse Mundo. Está bem, fofuras? Prooooonto.

 

E fico por aqui. Este assunto ferve-me o sangue e preciso ir ali arrefecer um pouco. Não sem antes vos deixar um mimo de igualdade e democracria. É o seguinte:

 

Artigo 36.º da Constituição da Republica Portuguesa
Família, casamento e filiação

1. Todos têm o direito de constituir família e de contrair casamento em condições de plena igualdade.

 




me, myself and i @ 13:08

07/01/10

Fazer refresh ao Gmail e não ter nada de novo.

É isso e pegar no E71 e não ter mensagens. Pá, irrita-me.







me, myself and i @ 03:45

04/01/10

Precisava que este ano andasse rapidinho. Estou farta de pagar a faculdade! Farta e descobri uma porrada de outros sítios onde posso investir. A Sacoor, por exemplo! É que era logo mais feliz!

 

Catchim! Catchim! Catchim!




me, myself and i @ 03:37

04/01/10

Amanhã, hoje!, regresso ao trabalho mas o sono não quer nada comigo. Difícil, isto! Se apago a luz e fecho os olhos as ideias assaltam-me e hoje não estão muito boas as catraias. Então acendo a luz e procuro manter as ideias afastadas... não durmo e isso também não é lá grande coisa!




me, myself and i @ 10:56

26/12/09

Há prendas do caraças! E esta é minha. Obrigada. ;)




me, myself and i @ 17:14

23/12/09

  

Obrigada Micas, Hugo e Tecas!




me, myself and i @ 11:01

23/12/09

 

 

Obrigada, fofuras! Beijinho.

 




me, myself and i @ 09:57

23/12/09

O Executivo da Junta de Freguesia de Avintes deseja a todos um Feliz Natal!

Cliquem no link para ver o vídeo e divirtam-se. :p




me, myself and i @ 10:33

22/12/09

O Escorpião tem uma personalidade complexa, gosta de pôr o destino à prova e de o desafiar. Procura inquietar e fascinar os outros. Tem o dom da controvérsia. Não se dá a conhecer com facilidade. É perspicaz e tem grande capacidade de concentração, qualidades que o predispõem para profissões que exijam investigação. É difícil ficar indiferente a um Escorpião. Tudo nele é exponencial: as paixões, as discussões, as opiniões. Se teme uma opinião sincera não lha peça. Jamais fará um elogio falso para marcar pontos ou ganhar aliados. Quando faz um elogio, está a ser genuíno. Conhece-se a si próprio como ninguém e acredita na sua auto-avaliação. Nunca se esquece de nada que lhe fazem de bem ou de mal. É uma força da natureza e costuma ter uma saúde de ferro. Habituado a atrair sobre si todas as atenções, devido à sua capacidade magnética, quando o amor acontece imagina que é para sempre e tudo faz para que assim seja.




me, myself and i @ 10:32

22/12/09

O beijo de Escorpião. Tenha gelo à mão, pode precisar. Esse beijo molhado, intenso, exigente e escandaloso - que é só uma pequena parte do reportório de sedução dos nativos deste signo - já é uma lenda. E pode surpreender-se com o estado em que vai ficar depois deste beijo devastador. Tudo porque o Escorpião, o mais intenso e persistente dos signos de Água, é um explorador nato. Ele estuda as pessoas. Isto inclui você, é claro. Daí aquela língua inquieta e impertinente que a faz imaginar se é só uma língua normal ou algo sobrenatural, acima da sua compreensão... Aproveite! O prazer do beijo de um Escorpião não é para qualquer um. E, caso você sobreviva a este beijo sem se abalar, procure um terapeuta: Você está com problemas!
 







me, myself and i @ 15:45

17/12/09

B. diz: e mais?

J. diz: e mais o k?

B. diz: sei lá! cenas. coisos. qualquer coisa.

J. diz: vai mazé chatear os teus amigos!

J. diz: oh pah, esqueci-me…nao tens!

B. diz: é isso. 

 

Em uníssono dizem: looooooooooooooooooooooooooooool




me, myself and i @ 12:20

17/12/09

Há por aí muito boa gente que, pá, deve ser complicado ser eles próprios. São pessoas asim, x'aver, com múltipla personalidade mas por opção, e pronto, nunca sabendo que pele vestir deve tornar-lhes o dia-a-dia um pouco confuso. E isto em cérebros do tamanho de ervilhas. Há por aí muito boa gente que tem necessidade de um palco para actuar twenty four seven mas perdeu-o, e é chato, para quem tem sede de palco, é chatinho. E eu que posso fazer? Posso ter pena. Tenho peninha. E é o máximo que vão ter da minha parte: pena.





me, myself and i @ 15:34

16/12/09

O Governo aprova quinta-feira a proposta de legalização do casamento homosexual que dará entrada na Assembleia da República e será debatida antes do Orçamento do Estado para 2010. Na quinta-feira começa a fazer-se História. E da boa.




me, myself and i @ 12:09

16/12/09

"O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

 

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

 

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

 

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

 

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço. "  JN, 14.12.2009

 

Repito aquilo que digo sempre: este País é dos Portugueses, de todos nós, não apenas dos que elegemos para nos governar. Bem sei, é mais cómodo deixar os problemas nos ombros dos outros, vê-los errar e, no limite, apenas comentar nas suas costas. Mas nós, os Portugueses, temos que estar atentos, temos que participar, erguer a voz e meter as mãos na massa. Bem sei, está frio lá fora e sabe bem estar no quentinho do sofá mas não é assim que resolvemos os problemas de que todos os dias nos queixamos. Estamos sempre a tempo de emendar a mão. Os Capitães de Abril que o digam! 




me, myself and i @ 11:55

16/12/09

O Bento pensou: "Como é que eu posso afastar ainda mais o povo da Igreja?", pensou mais um pouquinho, pouco, que esta decisão revela pouca ponderação, e enquanto comprava uns Prada lá decidiu: "Vou proibir os casamentos entre católicos e não católicos! Boa!".

 

Por mim, tudo bem, que eu tanto entro de véu e grinalda na capela de Sta. Isabel como no Registo Civil mas, épá, agora tenho que eliminar os moços católicos do casting e isso parece-me injusto. Para os moços, claro.





me, myself and i @ 10:39

16/12/09

É noite de reunião pública. Vou ali à gaveta buscar o meu melhor sorriso. Plim!




me, myself and i @ 17:51

15/12/09

As costas, ai! as costas, doem-me, d o e m - m e  as costas, porra!




me, myself and i @ 17:22

15/12/09

"No outro dia estávamos a fazer zapping e apanhámos um bocadinho do filme o Sexo e a Cidade, naquela parte em que a Carrie se vai deitar ao lado do Big e lê algumas cartas do livro Love Letters of Great Men. São cartas desesperadas, com aquele amor de morrer igual ao do Camilo Castelo Branco e que enlouquece homens que nunca imaginaríamos que perdessem minutos a exclamar juras de amor, quanto mais a escrevê-las, como Napoleão ou Beethoven. Nessa cena, a Carrie pergunta ao Big se ele alguma vez lhe escreveu uma carta de amor, ao que ele pergunta se um fax também conta, ainda por cima enviado pela secretária e não por ele. E depois ele diz uma coisa que é acertada, mas que não devia estar correcta: que aqueles homens diziam aquelas coisas porque estavam longe das amadas e os amores eram difíceis. Basicamente, que havia tempo para ter saudades.
Isto deixou-me a pensar nas declarações de amor de todos os dias, e no facto de serem tão raras. As pessoas que se vêem todos os dias tendem a esquecer-se de dizer "amo-te", "adoro-te", "gosto de ti "ou "estás bonita(o)" (e já nem falo de expressões como "minha vida", "meu tudo" e "meu próprio ser", como está nessas cartas). Assumem que por estarem perto todos os dias não é preciso dizer. Que comprar cartões, flores, enviar mensagens românticas ou mandar saudades a meio do dia são gestos só dos primeiros tempos de namoro ou das efemérides, no resto do tempo não são precisos. Como se não fosse necessário cortejar, surpreender e dizer simplesmente que há paixão só porque se vai para a mesma casa ao final do dia, se dorme na mesma cama ou se vai ao supermercado fazer as compras do mês. E não devia ser assim porque o amor de todos os dias é na verdade muito mais complicado do que o amor da distância, das saudades, das cartas apaixonadas.
Viver todos os dias é ver o melhor e o pior. A cara antes da maquilhagem, as olheiras antes do café, o jantar queimado no tacho, o pijama foleiro, o robe de avó e as calças entaladas nas meias quando aperta o frio. É levar com os nervos do dia-a-dia, a gritaria do trabalho ainda a fazer eco em casa, as dúvidas, a depressão de inverno, as manias e tiques e limpezas.
O Byron é que dizia: "é mais fácil morrer por uma mulher do que viver com ela". Porque viver é que é a grande prova. O grande amor. E o que eu quero dizer é: o amor nunca devia ser tomado como um pressuposto - a célebre desculpa "claro que gosto de ti, senão não estava contigo". O amor deve ser dito em voz alta, manifestado em actos loucos e românticos de vez em quando, enviado por mensagem, escrito num telegrama, num espelho, no pó dos móveis, se for preciso. O amor deve ser dito em voz alta mesmo quando se está lado a lado. Mesmo não: sobretudo quando se está ao lado."




me, myself and i @ 17:42

14/12/09

Gargalhadas menos sonoras. Pá, pelo menos, aqui no departamento. Vou dar o meu melhor. Ou não. Mas fica-me bem fazer de conta que tento. Ou tento mesmo. Logo se vê.





me, myself and i @ 01:40

12/12/09

 

Ainda falta mais de uma semana para o Natal e já recebi a primeira prenda! Oferecida pelo meu melhor amigo, aquele que o vai ser para sempre, logo depois da poeira assentar. OBRIGADA, M.!




me, myself and i @ 14:54

10/12/09

 

 

Na segunda, dia 14 de Dezembro, às 21h, há mais! :)





me, myself and i @ 21:07

09/12/09

Ontem dizia que enjoei da música do Caetano Veloso. Calma! Enjoei porque o ouvi vezes de mais e também porque foi uma banda sonora de um tempo que já lá vai. Mas agora estive a ouvi-lo em entrevista na SIC Notícias - coincidências! - e que saudades de o ouvir. Aqui fica, uma brutalidade de música.

 

 





me, myself and i @ 10:26

09/12/09

Nós (eles!) e os rótulos e esta necessidade de colocar alguém lá no alto, só porque sim, só para que o alguém possa falar para baixo. Irrita-me. Pior do que tratar as pessoas por Dr. Something só quando se dirigem a alguém assim: "Mas o Arquitecto não acha..." ou "O Dr. prefere assado ou feijão à transmontana?"! No entanto, ninguém chama o senhor que lhes arranja os sapatos por "Senhor Sapateiro" - o meu é o Zé, não é? Pois não. As pessoas têm nome próprio por alguma razão. Eu tenho dois, uma preposição e dois apelidos. Rótulos, zero!




me, myself and i @ 22:15

08/12/09

A Associação Cultural e Musical de Avintes nasceu em 1842, completa hoje 167 anos e é a associação mais antiga da freguesia. Começando como Banda Musical de Avintes - agora com 60 elementos, a ACMA é hoje muito mais do que isso, abriu as portas a novos desafios.

Com uma Academia de Música e Artes e Banda Musical cheias de talento e sucessos a ACMA tem também um ginásio de manutenção, equipas de bilhar, é um Centro de Novas Oportunidades e Centro de Apoio Educativo e, decerto, não ficam por aqui, ideias e receptividade não lhes faltam.

Meia dúzia de adjectivos entusiásticos não são demonstrativos da realidade desta associação que me apaixonou quando há 3 anos entrei para o aconchego daqueles corredores. Aconchego porque estar na ACMA é estar em família. Uma família jovem, criativa, visionária, simpática (muito!) e enérgica. Como costumo dizer quando não têm o que fazer, inventam porque estar parada é algo que não faz parte do ADN da ACMA.

Parabéns, não só pelo aniversário mas, principalmente, pelo que têm feito diariamente pela música, pela arte, pela cultura, pelo enriquecimento das nossas vidas e da nossa terra! Parabéns, ACMA!

P.S.: Uma última nota para o brilhante desempenho da Banda Musical de Avintes esta tarde no Salão dos BVA na cerimónia de comemoração do aniversário. Adorei a escolha das peças! Foram brutais! Parabéns, Banda! Parabéns, Ruben! ;)




me, myself and i @ 17:18

03/12/09

A menina desta querida e vai ser uma miúda muito jeitosa como os papás!

Estou muito feliz pela nova família e amei o nome! ;)



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