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O pior dia da minha vida parental foi quando me disseram: “Vais ter de parar de dizer asneiras.”

Porque, desde que tenho filhos, ainda me apetece dizer mais asneiras. A quantidade de asneiras que me apetece dizer aumentou na mesma proporção de filhos que fui tendo. Tenho dois. Se tivesse um rancho deles possivelmente transformava-me numa peixeira do Bolhão.

E depois esclareceram-me: “Podes dizer asneiras. Só não podes dizer à frente dos teus filhos.” Pois se é precisamente à frente deles que me apetece dizer! Se me partem a televisão; se chego à sala e a vejo de tal maneira desarrumada, que era preferível ser assaltado por um bando de ladrões com Parkinson; se me testam a resistência a limites que só julgava possíveis no K2 dos Himalaias; querem que faça o quê?

Já sofro de privação de sono, de tempo e de vida própria à conta das criancinhas e nem uma porcaria de uma asneira decente posso dizer em troca? O que é que querem mais de mim? O que é que querem, estas criaturas do demo?! Sinto-me torturado, violentado, esmagado. Os palavrões são o meu último reduto de sanidade mental e até isso tenho de reprimir. Deve ter sido isso que transformou o Jack num estripador, o facto de ter de reprimir os palavrões em família. Senão teria sido simplesmente Jack, o Estucador ou coisa que o valha, um vulgar e pacífico cidadão. Não tarda vou compor uma versão da música da Ágata: “Podem ficar-me com o tempo, o dinheiro, a possibilidade de vida própria, mas não me fiquem com as asneiras! E tudo o mais que desejem, mas não me fiquem com as asneiras!” 

Há quem me aconselhe: “Usa asneiras mais leves ou substitutos de asneiras.” Mas nunca fui de dizer “ora, abóbora”, por isso não é agora que vou começar. A verdade é que até uso algumas asneiras mais leves, mas é muito difícil suportar a dureza da vida só com “canecos” e “poças”.

E o pior é que nem sequer gosto de ouvir o meu filho dizer “poça”. No outro dia, ele estava frustrado com o carrinho dele e disse “poça!” com tal veemência que eu fiquei chocado. Longe vão os tempos românticos em que sonhava ensinar-lhe asneira da grossa, antes que um badameco qualquer da escola me retirasse esse privilégio. Mas constato que com 4 anos é muito novo, mesmo para palavrões de calibre médio. Conclusão: sobra-me muito pouco ou nadaEstou num beco sem saída. Quando mais preciso dos palavrões é que eles não estão lá para me ajudar. E onde estão os pediatras, os pedagogos e o raio que o parta quando precisamos deles? São capazes de discorrer meia hora sobre os benefícios do abacate para os catraios e nem uma palavra sobre o que realmente interessa. Não há sequer um livro de auto-ajuda intitulado “Como lidar com a privação de asneiras na parentalidade.” Então e aquela história de um pai feliz ser meio caminho andado para uma criança feliz, onde está?

Para compensar a repressão doméstica, proponho que os pais de filhos pequenos estejam autorizados a dizer asneiras na via pública, desde que devidamente identificados. Se por acaso um pai ou uma mãe perderem o metro ou o autocarro podem largar um “foda-se!” sem mais explicações. E se alguém se indignar basta que o visado puxe de um documento comprovativo de parentalidade.

Chego à conclusão que abdicar de dizer palavrões é a maior prova de amor que um pai pode dar a um filho. Mas acho que não estou para isso. Se calhar vou comprar uma daquelas buzinas do desporto, que fazem FUOOOOOOOOOOOOOONN! Ando sempre com ela em casa e quando me apetecer asneirar em frente aos meus filhos toco a buzina para abafar o ruído e digo os maiores palavrões que me vierem à cabeça. O pior que pode acontecer é os vizinhos acharem que sou grande fã de futebol. E que não dispenso a minha buzinadela mal acordo. “O quê, as crianças já acordaram? Às 6h00 da manhã?! FUOOOOOOOOOOOOOOONN!”

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Sapinho. <3

01.10.14

O Sapo está ainda melhor! Se é que é possível.
Agora, só falta mesmo, uma app para os smartphones.

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As crianças.

01.10.14

Uma série de posts, do João Miguel Tavares - aka o meu guru familiar - sobre a autonomia ou clausura das crianças, que vale a pena ler. E, atentem nisto: 95% dos abusos a menores são feitos por familiares ou conhecidos. 95.

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Das duas uma.

30.09.14

O meu veículo é espectacular. Ou eu. Saí tinha autonomia para 860km. 60km depois, tenho autonomia para 1040. Se isto não é saber poupar, não sei o que é!

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5 down. 1 to go.

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As coisas têm o seu preço e eu não sou uma pessoa que regateia. Mais: o dinheiro foi feito para gastar. Posso, compro, não posso, paciência. Mas há merdas que deviam ser proibidas! Como os preços praticados nas estações de serviço. Acabei de pagar 3,40€ por um galão e um pão com manteiga. Três euros e quarenta!

 

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O meu querido marido é ligeiramente despassarado. Coisa pouca. Ao longe, nem se nota. Aproveitando as suas visitas aos aeroportos nos últimos meses, pedi-lhe que me trouxesse dois pergumes. Um para mim, outro para a P. Os perfumes custam fortunas, nos Duty Free dos aeroportos sempre ficam mais em conta qualquer coisinha. Regra geral. Mas não quando se fala do meu querido marido. Não. Ele não só trouxe um como dois perfumes errados. Se no meu caso a culpa foi dele, no outro, foi enganado (provavelmente um vendedor tão despassarado como ele!). O que sucede? Sucede que tenho cá em casa, encalhado, o Especially, da Escada. Cheira muito bem, que cheira mas não é a minha cena e já estou servida. Alguém

 

 

 

75ml. Original. Novo. Intacto. 

 

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É isto.

25.09.14

És a melhor maneira de viver. Podia dizer-te que te quero por tudo o que és. Mas estaria a mentir. Quero-te por tudo o que sou contigo. Quero-te pelo que sou. Porque me sinto, em ti, a pessoa que quero ser. És a minha melhor maneira de viver. Quero-te por egoísmo. É isso. Quero-te por egoísmo. Espero que me queiras pelo mesmo motivo.

 

Pedro Chagas Freitas

 

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Mais Downtown, que começou domingo. 


E Revenge que regressa para a semana. E Bad Judge e State of Affaris vão estrear. Devious Maids e Mistresses para quando não há mais nada. E Glee. Suits e Mr. Selfridge estão no forno. Castle, The Mentalist e Criminal Minds, para as horas vagas. The Americans tenho que retomar. The Newsroom regressa e acaba em novembro. The Following e Orange is The New Black só devem regressar em 2015. House of Cards, True Detective e Homeland tenho que começar. Breaking Bad precisa de uma segunda oportunidade.

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Este país não vai para a frente enquanto os talhos não forem capazes de cumprir isto: um bife, pequeno, fininho e tenro para um prego. 

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Aquele dia.

22.09.14

Quando um não-problema se transforma numa tragédia grega.

E vindo de onde menos se espera. 

 

Julgo que toca a todos. A malta tem que experimentar de tudo. Para saber se gosta.

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Por quê?

18.09.14

Por que é que nisto dos galões nunca há meio termo?! Quente não é a pelar. Morno não é a gelar. Porra! Odeio cenas mornas. Gosto de leite (e comida) quente. Mas não ao ponto de ficar sem papilas gustativas e céu da boa.

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A praxe.

16.09.14

A praxe, esta semana, não me larga. E hoje ainda é terça. Não fui praxada. Um: porque não andei lá muito tempo. Dois: já era um pouco velha. Três: quando me abordaram, ri e continuei o meu caminho. Mas, sim, adivinharam: sou anti-praxe. No geral e no particular também. Pelo menos, enquanto for aquilo que se vê [sim, eu já sei que na vossa faculdade é tudo água de rosas e talco, ninguém humilha ninguém e outras missas cantadas.] Dito isto, calha que este rapaz tem razão e tem piada. É ver.

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Outros títulos para esta notícia

 1. Saiba como cuspir no prato em que comeu. 
 2. Como ser honesto mas pouco. 
 3. Quão dignos são 450€?

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Dois anos.

15.09.14

O meu Amor não faz surpresas. Quando chego a casa não me espera uma caixa de bombons, nem acordo ao domingo de manhã com uma ramo de malmequeres e frésias brancas. Nunca recebo nenhuma das carteiras, livros, chapéus ou o que mais for que por aqui pedincho. Seja em dia de aniversário ou numa quinta-feira qualquer. Ele não faz surpresas. Mas adormece-me todos os dias com massagens na cabeça. Todos os dias. Nunca reclama dos meus pedidos de mimo. Às vezes, estou na cozinha e chamo-o. Ele vem e dança comigo. Mesmo sem música, sem ritmo e sem jeito. O meu Amor nunca me diz palavras que magoam. Nunca. Nem daquela vez que achei que ele não sabia varrer, espalhei todo o lixo que tinha amontoado e refiz eu. Isso já foi há muito tempo. Mesmo quando não concordamos, ele nunca diz o nome que os meus pais me deram. Sou sempre: Amorico. Ao meu Amor não incomodam as minhas gargalhadas estridentes. Quanto mais sonoras mais os olhos dele sorriem. Mais o amo eu. Porque os olhos dele sorriem sempre que me vê. E os lábios. E o corpo todo. Sempre. Mesmo quando acordo rabugenta. E foi só isto que sonhei toda a vida. Tu. O meu Amor não está mas hoje, quando cheguei a casa, esperava-me um vaso de orquídeas. Duas. Uma por cada ano. E a promessa de que em dois mil e quinze serão três.

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Meu amor, na roda da lotaria
Que é coisa escorregadia
Saiste-me a sorte grande

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♥♥♥

13.09.14

Dizem, à laia de insulto, que os gatos são muito independentes. Sei.

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A sobremesa acaba de chegar, directamente de Paris. Dois já foram. E são deliciosos! Cheios de sabor e muito fofos! Não vai dar para esperar por ti, Amorico. O mais velho dá as melhores prendas! Amo os meus cunhadirmãos.  

(mas é só pelas prendas, claro...)

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Figos em calda, da Tia Linda. <3

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Uma máquina de roupa que já mofou quatro vezes, outras três à espera de vez, vários novelos de pó pelo chão, papeladas amontoadas em todas as superfícies, uma aula de Pilates por fazer e muita preguiça a instalar-se. Hoje já não vou d'bandada. 

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Deslarguem-me!

13.09.14

Estava com o meu pai, de volta do meu veículo, que precisa de polimento ou assim, quando aparece uma vizinha. "ó Isabelinha, quando arranjas assim um pequenino? O teu paizinho gostava tanto de um netinho...", pergunta e afirma a senhora. O rosto do meu pai enfureceu-se. Antecipei-me: "Nunca. Não quero filhos, obrigada!". "Não queres filhos? Essa agora! O teu pai como gosta dos coelhinhos também ia gostar dos netinhos!". Tive que rir muito alto. A senhora tem idade para ser minha avó. Relevo. Até porque estou há umas horas a rir-me à conta dos coelhinhos. Acredito que ninguém diz estas besteiras com intenção de magoar mas, tenho ouvido cada barbaridade, que estou tentada a promover uma campanha de sensibilização nacional. Às vezes, é apenas um "e novidades? eu queria era novidades!" mas já ouvi "do que estás à espera? vocês já são velhos!" ou "mas não querem ter filhos? aiquerem? e estão à espera de quê? de secar!?" e ainda o "porra! já fazias era filhos! não sabes fazer filhos?". Como nós, tantos outros casais devem ouvir a mesma ladainha. Quantos deles não estão a tentar engravidar desde a lua-de-mel e não conseguem? Quantos não sofreram um aborto recentemente? Quantos acabaram de descobrir que não podem ter filhos? Quão cruéis serão estas palavras para todos eles?

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O que é que eu diria a mim própria, com 13 anos? Fácil!

Um dia, frango cozido, será a tua comida preferida. Chocante, né, miúda? :P

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Um dos meus maiores prazeres é, a cada estação, desfolhar o novo catálogo da La Redoute e marcar, nas páginas, os meus artigos preferidos. Como sempre, o catálogo que me entusiasma mais é o de outono/inverno. Agora já gosto da primavera e do verão mas o que me aquece o coração é o frio. Há lá coisa melhor do que cobertores, aquecedores, água a escaldar no chuveiro e dormir abraçadinho? Faço listas gigantes que vou actualizando a cada nova visita e, no final, acabo por comprar sempre o mesmo: sapatos e um ou outro vestido. Os meus sapatos são quase todos da La Redoute. Servem-me e, nas promoções, ficam mesmo baratinhos. Costumam vir aos três e, na maioria das vezes, nem sessenta euros gasto! Ao dia de hoje, tenho dezassete artigos na minha lista. Este ano vai ter que vir, pelo menos, um sobretudo quentinho que é coisa tão mas tão difícil de encontrar! 

 

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Ofertem-me.

12.09.14

 

 

 

 

 

Adoro carteiras e sapatos. Teria toneladas de ambos, se pudesse. Mas, o mais certo, era fazer o mesmo que agora: usar cada um até à exaustão. Não tenho a menor pachorra para mudar de carteira todos os dias. Nem é pela quantidade de coisas que enfio lá para dentro porque não são assim tantas. Será preguicite aguda, mesmo (é o meu pecado). Quanto aos sapatinhos, quando apanho uns confortáveis e quentinhos tenho muita dificuldade em dar-lhes descanço. Por isto, todas as carteiras que lá tenho em casa (não são assim tantas!) estão falecidas ou em pré-falecimento. Ou porque o fundo está coçado e recoçado, ou porque as alças rebentaram (aiaminhacarteiralindadecortiça! snif!), ou porque as alças estão esfiapadas. O caos, portanto. Só problemas, na minha vida. Como se vê, preciso mesmo de uma carteira nova. Estas lindas, são todas da Parfois. Uma delas basta-me até ao próximo ano. 

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No iTunes e no Spotify, as playlists estão carregadas de música portuguesa ou em português. No carro, está memorizada a rádio SIM e quando a sintonizo dá-me nostalgia daquelas vozes que nunca ouvi. Salvo raras excepções é o som que me aquece o coração. Fruto de crescer a ouvir a rádio Festival ou, então, é só o meu muito bom gosto. A SAFFRA, do muito talentoso Fernando Fernandes (haverá alguma coisa que faça mal?), junta múscia tradicional com fado. Para mim, a combinação perfeita. A música - em crescendo, ali meio à hino, como gosto - põe-me logo aos saltinhos e as rimas certinhas a cada verso aconchegam-me. Tudo em muito bom para o meu paladar.

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Quando escrevem Portugal, estão a falar de Lisboa, certo?
Em Vila Nova de Gaia, a claridade até me fere as vistinhas!

 

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Feriados.

11.09.14

E agora? Já podemos esquecer isto e voltar a ter feriados? 
A Finlândia tem quinze, plamordedeus! 

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...

08.09.14

Ainda esta manhã acordamos abraçados e, esta noite, já estou sozinha outra vez. Há pior no mundo do que as cento e vinte e duas noites que dormimos em continentes diferentes. Há. Mas isto é o pior do meu mundo. 

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Quase isto tudo.

03.09.14

I no longer have patience for certain things, not because I’ve become arrogant, but simply because I reached a point in my life where I do not want to waste more time with what displeases me or hurts me. I have no patience for cynicism, excessive criticism and demands of any nature. I lost the will to please those who do not like me, to love those who do not love me and to smile at those who do not want to smile at me. I no longer spend a single minute on those who lie or want to manipulate. I decided not to coexist anymore with pretense, hypocrisy, dishonesty and cheap praise. I do not tolerate selective erudition nor academic arrogance. I do not adjust either to popular gossiping. I hate conflict and comparisons. I believe in a world of opposites and that’s why I avoid people with rigid and inflexible personalities. In friendship I dislike the lack of loyalty and betrayal. I do not get along with those who do not know how to give a compliment or a word of encouragement. Exaggerations bore me and I have difficulty accepting those who do not like animals. And on top of everything I have no patience for anyone who does not deserve my patience.

 

Meryl Streep

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Vale a pena ver mais da Isabel e do Nelson aqui e aqui.

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A família Power é um pouco esotérica. :) Não no sentido obscuro da palavra, claro! Basta dar uma vista de olhos pelo blogue e percebem onde quero chegar. Abstraio-me da missa (não tenho, nem nunca vou ter, aquela fé), porque adoro ler o que a Teresa escreve. Em cada post há sempre algo que nos une. Em cada peripécia uma inspiração. Em cada pedacinho da história deles aprendo e cresço mais um bocadinho. Recomendo.

 

E assim, à distância de um telefonema, sem interrupções de crianças, namoramos um pouco à hora de almoço, para nos recordarmos do que é realmente importante na vida. Mesmo que o trabalho esteja a correr mal, os filhos estejam particularmente difíceis, a casa esteja um caos e o mundo esteja ainda pior, eu sei que, à noite, vou poder deitar-me nos braços do Niall (...)

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O meu Amor viveu toda a vida a setecentos e cinquenta metros de minha casa mas demorou trinta e dois anos a encontrar-me. Quantos metros serão trinta e dois anos? Nunca gostei de números. O meu Amor faz hoje trinta e sete anos. Separam-nos mil trezentos e cinquenta e cinco quilómetros e quinhentos e quarenta metros. Nunca gostei de números. Mas, na verdade, os números nada importam. Foi uma cor que nos juntou. A cor do Amor. Diz-se à boca pequena que não há homens perfeitos. Essas bocas não te conhecem. E ainda bem. 

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Aliens.

31.08.14

 

 

Aquelas pessoas que se sentem inferiores a ti e ainda pretendem que te sintas culpada com o complexo delas.

Confuso? Também acho. Deve ser duro.

 

 

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Reviro os olhos.

27.08.14

Aos te amo, desta vida.

É amo-te, gente.

 

 

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Conversas.

27.08.14

Os jardins estão um pouco abandonados à sua sorte. Cuidar do jardim aborrece-me, irrita-me e estraga-me as unhas - já tão fraquinhas, as pobres. Regar, então, é um tédio de morte! Vai daí, cumpro os mínimos olímpicos para a sobrevivência da relva. Na esperança tonta de que ele não tenha um colapso nervoso quando lhe botar os olhinhos. Claramente, estou a falhar. Um dos jardins é um verdadeiro cemitério de capim, junça, trevo e demais daninhagem. Mesmo na montra cá de casa. Envergonha-me aquela desgraça. Decidi arrancar tudo para nova plantação em outubro. Ao jantar, com os meus pais, deu-se isto...

 

Paizinho: Tens que ver o que queres fazer ao jardim da frente.

Eu: Ah! Vou arrancar aquilo tudo. Já era para ter sido no sábado mas depois fiquei o dia todo no sofá.

Paizinho: Vais arrancar aquilo? Mas tem algum jeito? Vais agora tu arrancar? Dizes o que é para fazer... não vais agora tu arrancar aquilo!

 

Eu ri-me.

Não é o maior?

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A propósito do post do Ice Bucket Challenge e aproveitando o destaque do Sapo (vocês são os maiores, Sapinhos!), aqui ficam todas as formas para ajudar a APELA que, graças a esta campanha, já angariou 40.000 euros.

 


Podes fazer o donativo para a conta da APELA:
NIB: 0007 0369 00030460006 16
IBAN: PT50 0007 0369 0003 0460 0061 6
SWIFT/BIC BESCPTPL

Esse donativo irá ajudar a:

1. Manter e desenvolver várias vertentes, já existentes na APELA, de apoio aos doentes com ELA:
- Fisioterapia
- Apoio psicológico
- Apoio informativo 
- Empréstimo de ajudas técnicas (cadeiras de rodas, camas eléctricas, etc.)
- Cursos de formação de cuidadores domiciliários

2. Desenvolver projectos já definidos, mas para os quais são necessários meios para colocar em funcionamento:
- Análise em larga escala do genoma de doentes e casos de controlo - ver projeto Mine https://www.projectmine.com/country/portugal
- Equipas de cuidados domiciliários
- Carrinha adaptada para transporte de doentes em cadeira de rodas
- Abertura de centros da Associação noutras zonas do País

 

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Esta amanhã, o céu estava tão farrusco que considerei calçar os botins. Vim de sabrinas. Agora está uma brasa e tenho os pés a queimar. Aguento bem o inverno. Até gosto bastante. Por isso, se é para invernar, bring it on! O que eu não aguento são três estações no mesmo dia, várias vezes ao dia! 

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...

26.08.14

 

 

If you don't have anything nice to say, SHUTTHEFUCKUP!

 

 

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Este ano apaixonei-me por batons. Adoro estes dois, da Kiko.

O rosa [912] é quanto basta para me deixar bem-disposta. O salmão [807] realça a minha cor natural. Adoro-os.

 

 

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E na vossa terra, há Padeiras broas como estas?

Quem vai faltar à Festa da Broa? Começa sexta! Apareçam!

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Uma coisa são os banhos públicos. Parvos, na minha opinião de careta e pessoa com sentido de humor limitadinho. Outra é o Ice Bucket Challenge que tem resultado, em Portugal, em donativos para Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica e sensibilização para a doença. Se eu despejava, por mim abaixo, um balde de água gelada, filmava e divulgava online? Hell no! Já contribuir para uma causa que, até começar este movimento, não conhecia? You bet! 

 

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GOD!, I love these two. 

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Pessoas, na faixa do meio, a comer sono. Não há pachorra! Então, a chegar à Arrábida, é insuportável. Três faixas, povo! A regra é circular o mais à direita possível. Bah! Tenho que fazer quilómteros para ultrapassar um veículo!

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Ofertem-me.

21.08.14

Adoro agendas! E já escolhi a de 2015. Só ainda não sei se quero A6 ou A5. Decisões...

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Micas report.

20.08.14

A Micas presenteia-me com cada objecto não identificado que nem é bom! Isto agora é todos os dias um presente novo. Ou vários. Só ontem: um rato fossilizado, dois jacarés secos, um jacaré em falecimento, uma peça, aí com 2cm, de um qualquer animal ainda com sangue fresco. Hoje... isto.

E vi penas! Estou para ver onde e quando é que vou dar com o pássaro! Agora está ali com aquele miar de tola como quem diz: "ai!, tira-me isto daqui que me está a afligir deveras!. a-sé-ri-o

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Macbook case

20.08.14

O desgraçado do meu MacBook, à conta dos maus tratos, já não é o mesmo. Ele é riscos, sujidades entranhadas, amolgadelas e outras maleitas. Especialmente depois do banho de caldo de pato. Por muito que me sorria a ideia de ter um novo, não vamos endoidecer porque, em contas de Mac, com cinco anos ainda é um pequeno recém-nascido. Além do que serve muito bem para o gasto. Mas está feio, o pobre. Isto agora há acessórios para tudo e para o meu bichinho também. Venha daí uma smartshell case, na cor cabernet red, para a mesa do canto, fazfavorzinho.

 

[querendo adquirir (13'' cof cof cof), é só clicar na foto.]

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Mr. Selfridge

20.08.14

É delícia. Estreia dia 3 de setembro, na FOX Life. 

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AIESPEREM!

19.08.14

Só agora é que percebi esta cena! Não se falou de outra coisa o dia todo mas os meus ouvidos ouviam alhos e o meu cérebro processava bogalhos. Acontece-me muito. Então, o NANI vem para o Sporting? Tão novo e já vai reformar-se? Estas coisas não são no fim de carreira? Contem-me tudo.

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Aliens.

04.08.14

Acredito em aliens. Fantasmas, almas gémeas, pessoas que falam com o além. You name it. I'm a believer. 

Mas... como não acreditar? Vivo rodeada deles.

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...

02.08.14

Junto às partidas do Aeroporto sou a única com coração.

E lágrimas.

 

 

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Colem no YouTube a ver tudo destas miúdas. É de morte!

Bom fim-de-semana, pessoas!

 

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Precious.

01.08.14

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O meu marido acaba de gastar 130€ em pastéis de Belém.
Se o virem, segurem-no até chegarem os paramédicos.

 

 

Não o posso deixar sozinho quando se trata de souvenirs gastronómicos.

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Mais destes!

31.07.14

Há semanas que o M. esperava uma encomenda. Uma bola oficial do Mundial que ganhou num sorteio qualquer. Despassarado como é, deu a morada de nossa casa em vez de uma outra qualquer onde estivesse alguém que pudesse receber a encomenda. Ontem, chegámos a casa e uma grande caixa esperava-nos à porta. Muito bem camuflada, como se pode ver. A bola! Pulinhos de alegria (mesmo!). O estafeta não se deixou intimidar pela minúscula caixa do correio nem pela ausência de resposta da campainha. Abriu o portão, atravessou o pátio, subiu as escadas e lá a deixou sã e salva. Adoro pessoas que não complicam! Muito obrigada, senhor estafeta da DHL!

 

 

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Duas coisas.

31.07.14

Se és feliz assim, segue o teu caminho com essa atitude.

Se não és, bom... não é preciso um desenho, certo?

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Um dia descobres que, afinal, esta pancinha de toda a vida não é apenas resultado de hambúrgueres, coca-cola, francesinhas, arroz, batata, bife e ovo a cavalo mas, também, de uma muito fofa hiperlordose lombar. Hiper! Está tudo explicado. :)

 

 

Padeço das três acima. Não é bom? :)

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Sou tua.

25.07.14

 

 

 

 

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A sério.

25.07.14

Fico sempre impressionada com a capacidade das pessoas para complicar.

Puf.

 

 

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yummy time.

19.07.14

Vou ali fazer mac and cheese.
Sou uma pessoa que padece de desejos.

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A sério?!

18.07.14

 

Sou só eu que acho este anúncio estúpidotodososdias?

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:)

18.07.14

Enquanto subia as escadas de casa, senti os glúteos protestar de dor, resultado do treino de ontem. Nessa hora, pareceu-me criminoso comer o chocolate que ia buscar e voltei para trás.

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A perfeição em forma de vestido.

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Não é um vestido mas parece mesmo. 
A Blair, cujo estilo a-do-ro, podem seguir aqui.

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Eu mereço.

15.06.14

Uma cobra acaba de aparecer no pátio do vizinho da frente. A vizinhança junta-se. Gritinhos e debates seguem-se. Um herói, armado com um saco plástico, pega na fera. O que lhe fez? Soltou-a no terreno traseiro de minha casa. 

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Ovos mexidos numa tosta, com uma pintinha de ketchup. Delícia. Adoro ovos mas não ligava a mexidos. Lembro-me que era o almoço, à segunda, na escola preparatória. Os outros deliravam, para mim era um sacrifício. Não ligando, sempre me fascinaram e julgo que a culpa é dos filmes. Queria aquela coisa de bacon and moist scrambled eggs. A coisa falhava no moist. Até que decidi aprender com quem sabe, o meu mestre culinário, o Chef Ramsay. E é tão simples. Lume médio alto, uma noz de vaqueiro, juntar, sem bater previamente!, a quantidade ovos que entender e depois é ir mexendo sempre, com uma espátula. De vez em quando retirar do lume para não cozer de mais, continuar a mexer, voltar ao lume, mexer e mexer e servir quando estiver no ponto apetecido. 

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Outro dia, passeava-me no Arrábida, quando uma funcionária me abordou só para dizer que o meu vestido era lindo. Isto é coisa que nunca me aconteceu e fez-me tão bem. :D

 

 

Zara 2012

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...

29.05.14

A idade não é um posto.

O respeito, sim.

 

 

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Mulheres reais.

28.05.14
Sem maquilhagem, por Chuck Close, para a Vanity Fair 20th Annual Hollywood Issue
A Scarlett, como ela é, no filme "Under the Skin" (2013).

 

Obrigada, Scarlett.

via Locais Habituais.

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Também eu.

27.05.14

Também eu estou fartinha deste tempo. Esta manhã saí de casa com o sol alto e julguei que, mais uma vez, tinha roupa a mais. Mas há duas horas começou a chover e começo mesmo a achar que o meu pai tem razão e este ano vai ser assim até ao Natal. Às tantas é melhor investir numas novas galochas. Azul perfeitas.

 

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...o Tiago Bettencourt passou-se, não? :)

 

Esta morena não sabe
O que o dia tem para lhe dar
Diz-me que tem namorado
mas sem paixão no olhar
Tem um risinho pequeno
E que só dá de favor
Corpo com sede de quente
Mas que não sente o calor

 

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Na semana passada, estive à conversa com um bom amigo, agora solteiro e bom rapaz, sobre as suas últimas conquistas e aventuras amorosas. Fiquei surpreendida porque, afinal, as comédias românticas não andam assim tão longe da realidade e, os últimos meses dele, davam um belo filme. O meu amigo é giro, mesmo giro, está em forma, é dedicado, um cavalheiro à séria, é divertido, tem um sorriso tímido mas aberto e um bom coração. Depois de muito falarmos sobre as suas experiências, meio tristonho, remata assim "Sabes o que me custa? É que isto foi só físico.". Queria ele dizer que, aquelas mulheres, apenas o usaram como um pedaço de carne. Ora, não acredito nisto. Não creio que para a maioria das mulheres, sexo seja apenas sexo. Não acredito que se deitem com qualquer um só para satisfazer uma necessidade. Antes que, para chegarem a este ponto, aquela pessoa tem que lhes dizer mais qualquer coisa. Ou é o sorriso, ou são as mesmas músicas, ou os mesmos hobbies, ou é a forma como ele lhe fala, ou o respeito com que a trata, ou porque a faz rir, ou porque a ouve. Não é assim? O meu amigo diz que estou a nivelar tudo por mim e vocês, que me dizem?

 

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Aquele dia.

26.05.14

Em que o agente da GNR me mandou parar, claramente, só porque queria falar para mim.

Tenho que correr mais. Estou no bom caminho.

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Na estrada.

21.05.14

Preciso de duas coisinhas simples: que respeitem a minha margem de segurança e que não me entalem o veículo quando estacionado. Grata. 

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Ontem entregaram-me um flyer do LIVRE. Dizia assim: "Uma lista feita por cidadãos e escolhida por cidadãos".

Ri muito. Se fosse feita por formigas e escolhida por escaravelhos seria, de facto, inovadora. Agora, assim.... 

 

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Frustrações.

04.05.14

Escolher um qualquer vestido para usar numa qualquer cerimónia, depois chega aquele momento em que precisas calçar-te, em conformidade, mas o tamanho maior que as lojas têm para te vender é o 40 e, atenção, já é um grande favor porque, claramente, tu é que és um alien.

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:(

28.04.14

Conheci o Pedro Cunha através deste vídeo. Não sigo a sua carreira e não sei que mais ele fez mas este vídeo derreteu-me. Giro nas horas, super sexy e uma voz deliciosa. Ouvi esta versão vezes sem conta. Hoje, o Pedro decidiu que não valia a pena continuar a viver. É chocante. Será sempre chocante para mim, que tenho pavor de falecer, saber de alguém capaz de acabar com a sua vida. Ainda por cima alguém que parecia ter tudo para ser feliz. A vida pode ser muito dura. Lamento. 

 

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Conversas.

24.04.14

Eu: Tenho pensado e acho que podemos fazer isto.

Ele: Também tenho pensado nisso.

Ele: Mesmo.

Eu: A sério? ♥

Eu: Que bom que pensamos o mesmo. ♥

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Eu sou, de facto, um pai de quatro criançofóbico, e metade do tempo que passo a falar da família é para alertar para os perigos da paternidade cor-de-rosa - é por tanta gente achar que isto é suposto ser divertidíssimo que tantas famílias vão ao fundo quando os filhos saltam cá para fora e as rotinas mais stressantes tomam conta de nós. Daí a importância da tal educação para o desprazer.

 

João Miguel Tavares

Pais de Quatro

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Felicidade. :')

23.04.14


Nunca mais este bichinho vai entrar numa cozinha, quarto de banho ou similar. Nunca, nunca, nunca mais!


Obrigada ao meu primo Ricardo que foi o mais maior grande, aguentou as minhas lágrimas, o meu desespero, abstraiu-se da minha grande estupidez, acudiu-me e acalmou-me sem pestanejar.

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não-se-aguenta.

23.04.14

Verniz Andreia. Lindinho que só ele. Pintadas ontem de manhã. Sem mexer em água (só banho). Canerves!

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:)

23.04.14

Podem acusar-se como leitores do Conversas, aqui.

 

 

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Este fim-de-semana foi a real loucurinha! A maluqueira começou logo na sexta, cedíssimo, no esfrega que esfrega, limpa que limpa, volta a esfregar e volta a limpar até quase de madrugada. Isto de ter a família pronta a ajudar quando temos mudanças, obras ou preparativos de casamento é muito bom mas depois chega aquele dia em que são eles que precisam de ajuda e lá temos que ir. Damn! :) Não custou assim tanto, foi até divertido, adoro limpezas gerais!, e enquanto lá estava não me apertavam as saudades.

 

Abril é mês de debulho de sável, ou seja, arroz de sável. Debulho de sável devia ser considerado património da humanidade. Coisa mais boa! E onde é que se come esta iguaria mas mesmo em bom? Em Cerveira, no Cantinho dos Amigos. Todos os anos estamos lá batidos. Os rissóis, a salada de polvo, os mexilhões e a baba de camelo também são de falecer. E qual é o melhor dia para debulhar? Sábado. Juntam o agradável ao mais agradável e vão feirar. As melhores carteiras estão lá e eu trouxe mais uma! Cheguem cedinho para aproveitar as pechinchas. Melhor do que a feira de Cerveira, só a de Valença, à quarta. 

 

Ora, sábado é dia de zumba e, como estou numa odisseia de queima calorias, não podia faltar à aula, especialmente porque tinha no lombo várias postas de sável, arroz com fartura, entradas e sobremesas várias e, no dia seguinte, a dose repetia-se. Pois bem, toda partidinha dos treinos da semana, da limpeza e da feira, lá fui. Cheguei a casa, enfiei o equipamento e ainda cheguei mesmo a tempo do início da aula. Não foi fácil mas foi feito! Check!

 

Podia ter ficado por aqui mas o meu sábado ainda ia a meio. Faltava comprar os húngaros, encomendar o pão, preparar a massa das panquecas e dos scones, fazer o melhor bolo de tângera de que há memória, preparar a fruta, pôr a mesa, meter no forno os queques de framboesa, limpar o chão, preparar as compotas, o mel e a manteiga, sem esquecer de alinhar as fatias de queijo e fiambre!

 

Deitei-me às três da manhã. Às sete saltei da cama. Foram os scones para o forno, as flores para as jarras, o alecrim para o chão, fiz café fresquinho, aqueci o leite, não esqueci o sumo!, mas quase faltava o mapple syrup, preparei as panquecas, os cereais e o leite frio para a mainova, escondi as almofadas, abri as persianas e esperei. Chegou o compasso e lembrei-me da saudade.

 

Depois, ainda fui receber o compasso em mais duas casas, enfardei os aperitivos numa, almocei numa terceira, à tarde continuei nas limpezas e arrumações, depois eram horas do Benfica e eu a torcer pela vitória porque tu não a estavas a ver, seguiu-se mais enfardamento de queijinho, amêndoas salgadas e chouricinho do bom e depois veio aquela hora em que o meu joelho não aguentou mais e recolhi à base. 

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Páscoa.

22.04.14
A Páscoa é a nossa festa. Nos setecentos e cinquenta metros que toda a vida nos separaram a Páscoa unia-nos sem que o soubéssemos. Não sei bem explicar este meu fascínio pela Páscoa, talvez por estes primeiros dias de Primavera, talvez a roupa a estrear, talvez o toque dos sinos ou, então, a correria, de casa em casa, para receber o compasso. Não sei, mas pelo folar não é, por certo, já que o meu sempre foi fraquinho. Gostamos da festa, de comer, de receber e adoramos tradições, vai daí, estava tudo certo para iniciar mais uma: o pequeno-almoço de Páscoa. Chama-se a família, espera-se pelo compasso e, todos juntos, pequeno-almoçamos. Este ano, não foi tão fácil, faltar-me a minha metade no nosso dia preferido é doloroso mas, tradição é tradição.

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Ontem, entrei de fugida na Pluricosmética para comprar um verniz. Estava mesmo a precisar de um clarinho mas acho que não me correu bem a compra. Adiante. Escolhi e fui pagar. Dois euros e cinquenta, disse-me. Ora, no expositor, marcava dois euros e noventa e sete, alertei a caixeira para isso e ela explicou-me que estavam em promoção mostrando o cartaz escondido. A coisa podia ter ficado por ali mas a funcionária (!) entendeu que devia rematar com esta pérola: quando for assim, você não diga nada! Não digo nada? Não-digo-nada?! Apeteceu-me esbofeteá-la mas disse-lhe apenas: podia, mas no final do dia esse valor podia sair do seu ordenado. "Também tem razão. Eu estava a brincar.". Certo.

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Sem tempo.

16.04.14

O que eu preciso mesmo, ao contrário do resto do mundo, é que os dias tenham menos horas.

 

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Coisas.

16.04.14

 

E aquelas pessoas que têm blogues, mostram as fotografias dos filhos mas não se mostram a elas?

 

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Não recomendo. A não ser que apreciem comer malaguetas em forma de atum.

Apreciando, só naquela, tenham um extintor por perto.

 

#vaistãoapanharamor

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YEAH! \m/

15.04.14


Estive a ver alguns vídeos do The Voice - Portugal e lamento horrores que os concorrentes raramente optem pelo Rui Reininho. Não percebo onde têm a cabeça. Grande, Gabriela! Adoro AC/DC! \m/

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Adoro riscas!

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Chega uma hora em que pensas: afinal, isto faz-se. Mas depois, não se faz porra nenhuma e custa mais do que nunca.
As sextas nunca foram os meus dias preferidos. 

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(...)

11.04.14

Quando julgamos não poder amar mais, vem a saudade e o coração aumenta.

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Conversas.

10.04.14

Laminhas: Olá!

Eu: Olé! 

Laminhas: Estás boa?

Eu: Sim. :)

Laminhas: Precisas de alguma coisa?

Eu: Não. :)

Laminhas: Pronto. Se precisares, estou aqui.

Eu: Era só isso? :)

Laminhas: Sim.

Eu: ♥♥♥

 

 

[ao telefone]

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Esta miúda é uma inspiração.

Descobri-a, esta semana, através da Jessica.

 

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Falta-me metade.

09.04.14

O meu Amor não está. Não vai estar muito tempo. Para mim. Para os outros, passa rápido. O meu Amor não foi para o outro lado do mundo mas está no fim do mundo. Num mundo onde há casamentos todos os dias, casas novas que são velhas, muros vestidos de arame farpado, alcachofras como salada, restaurantes com moscas e mesas sujas e videochamadas pixelizadas que terminam, abruptamente, em segundos. Tenho a certeza que os dias avançam, uns a seguir aos outros, mas a minha vida está parada. Nada me sabe. Falta-me metade.

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Acumulo, desde 2012, quilos que não me pertencem. Tantos acumulei que a minha roupa zangou-se e não quer nada comigo. Isto deprime-me. Segundo o cálculo de IMC estou no limite do meu peso ideal. Limite é a palavra porque isto já não se aguenta mais. Acordo cansada, subo dez degraus começo a bufar e, já me aconteceu, ficar exausta a falar. Já para não falar no meu colesterol que sempre andou pelas ruas da amargura. E a roupa que não me serve. Já falei da roupa que não me serve? Em 2012, o M. começou a correr e decidi que o acompanharia. Não consegui. Não conseguia controlar aquela sensação de fogo nas pernas ou a dor de burro. Era impossível acompanhá-lo e, num misto de desilusão, fúria e vergonha desisti. Talvez nunca tenha chegado a tentar. Em janeiro, falei à R., que tinha começado a correr, em busca de inspiração. Ainda lhe disse que odiava corridas e que não era para mim mas ela ignorou os meus queixumes e falou-me do programa YupiiRun e dos bons resultados que tem tido. Fui ao site, gostei e decidi começar no final de março mas os fins-de-dia de dilúvio arrasaram com a minha motivação. Os quilos continuavam no mesmo sítio, o tempo sobrava-me, vai daí, este mês arranquei com as corridas. Amanhã ainda só vou para o quarto treino de trinta minutos, para já, só corro seis minutos e caminho um. Ainda não posso dizer que adoro correr mas, pelo menos, nem me passa pela cabeça desistir a meio de cada treino e, quando chego a casa, ainda em choque, exclamo: miúda, foste mesmo tu que fizeste isto?!

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