coisas. cenas. pedidos. mais pedidos. alguma gritaria. maluqueiras, vá. um ou outro ou vários recados. mostly a diary. não tem interesse. trust me.



B. @ 12:53

27/1/12

Quem diz que os gatos são animais independentes que se ligam às casas, não às pessoas não sabe do que fala. Ou não conhece a Micas. Uma gatinha meiguinha, super carente, que só gosta de colo e mimo, que nos espera à porta de casa todos os dias. Também tem ataques de histerismo, é verdade. E depois das sete da manhã é difícil dormir com ela a correr em cima da cama, a fazer travessias na minha cabeça ou a ronronar em cima da almofada. Mas é um doce. Gosta é mais de gajos! É completamente apaixonada pelo M. Com ele em casa, não há menina!, a Micas corre imediatamente para o colo dele e de lá ninguém a tira. E é recíproco. Estão perdidos de amores um pelo outro. A gaja soube fisgá-lo. Mas ele nega, claro.




B. @ 11:32

27/1/12

 

Adoooooooooooooooooooro Galo de Barcelos!
O preço é altamente proibitivo mas as Andorinhas são lindas.
Sardinhas perfumadas. Que mimo!
Jogo do Galo. TOP!
Tudo à venda na À Antiga Portuguesa.


B. @ 11:49

26/1/12

Oferecido pelo Amor na terça. É muito engraçadinho.


B. @ 11:36

26/1/12

Não gosto de Janeiro. Ou não costumo gostar. É enorme. Parece que o ano não arranca. Ficamos ali a boiar em Janeiro. Em suspenso. Este ano não é diferente, Janeiro está a irritar-me. Novo mês, precisa-se! Rapidamente.

 



B. @ 11:57

25/1/12

 

Porque tem uma coisa espectacular que é o Sistema de Travagem em Cidade, ou seja, vai que me distraio?, o MII detecta os obstáculos que estão à minha frente e, em prevendo que me vou espetar no gajo da frente, acciona os travões automaticamente. TOP! E ainda: todas as maravilhas de um computador de bordo, incluindo aquela cena do "troca a mudança, já, pá!", GPS, bluetooth mãos livres, cruise control e sensor de estacionamento. E diz que consome pouco. Tudo em bom. 

 

Por mim, até pode ser vermelho. Para dar na pestana e combinar com a manicure.



B. @ 10:48

25/1/12

Foi ontem. Depois de uma segunda inteirinha ao volante, que me valeram desesperantes dores nas costas, ontem lá passei no exame de condução. Onze anos depois da minha primeira inscrição numa escola. Que sim, inscrevi-me em três na última década. Não sei explicar este pânico que tinha de conduzir, provavelmente devo ter morrido num terrível acidente de viação noutra vida, já que nesta quase não tenho registos de tal coisa, por isso não se percebe o trauma. É certo, no entanto, que a estrada é uma coisa que me assusta milhões!, não aprecio velocidade, no meu carro ninguém anda sem cinto de segurança e não aceito manobras à artista comigo dentro. Lamento, não quero morrer na estrada. E indigna-me a ligeireza com que os restantes mortais assumem o acto de conduzir, esquecendo que têm uma arma nas mãos. Nem vou falar do drink and drive e do orgulho com que se diz "o carro já sabe o caminho para casa". Agonia-me. Adiante. Acho que já deu para perceber. Ainda assim, com todos estes medos, forcei-me a cumprir isto, porque uma nova etapa começa e agora não há como fugir. Já me fez muita falta. Lá fui. Demorei dez meses a fazer isto. Optando por ignorar todas as histórias de sucesso em três meses. É que no primeiro dia que me sentei ao volante, há uns cinco anos atrás, desatei a chorar, e de todas as vezes que me decidi fazer isto tive pesadelos surreais, palpitações e ansiedades. Vai daí, teve que ser assim, com calma, gerindo, o melhor que podia e sabia, todos os medos. E foi o melhor que podia ter feito. Exame de código feito à primeira, começaram as aulas de condução e, apesar de todos os terrores e da total desilusão com a minha incompetência para reduzir e entrar em rotundas, acabaram por ser horas divertidas comigo a falar sem parar, s e m  p a r a r, e o Frank a ouvir-me pacientemente e a pensar "Que miúda tola!". Nem tudo foi diversão, depois do exame marcado, o pânico apoderou-se de mim e há três semanas acabei três aulas num pranto. E o Frank a ouvir-me pacientemente e a pensar "Que miúda tola!". Eu lá argumentava, enquanto as lágrimas caíam a rodos, que sou uma pessoa normal e minimamente equilibrada mas creio que não o convenci. O que mais me assustava não era o resultado do exame mas o saber que depois ia para a estrada sozinha, e se a três semanas de isso acontecer fazia asneiras atrás de asneiras, coisas graves mesmo, como é que depois podia andar por aí só, qual arma carregada e pronta a disparar. Enfim, cenas! De vez em quando preciso de chorar para limpar. Deve ter sido isso. Subitamente, na última semana tudo se compôs, ficava ansiosa pela próxima aula, queria ir para a estrada e estava ansiosa pelo dia do exame. Sou ridícula, eu sei. Incoerente, eu sei. Eu sei. Eu sei. Mas já está.

 

 

Passei no exame mas tinha tudo para reprovar por uma coisa completamente alheia às minhas competências. Felizmente, consegui dominar os nervos e ser superior à cabra da examinadora do IMTT do Porto que me calhou na rifa. Talvez porque fui o caminho todo a insultar a senhora em surdina e procurando abstrair-me ao máximo da sua arrogância, má educação, estupidez e incompetência. Bem sei que o papel do examinador não é nem pode ser, facilitar a vida do aluno mas não pode ser, de maneira nenhuma, dificultar. O comportamento desta senhora é inaceitável. Antes de avançar há um pequeno período de perguntas sobre mecânica, devo referir que estas perguntas não são um factor eliminatório, ou seja, 'não contam para a nota', mas isso não impediu a senhora de fazer de tudo para me enervar, assustar e humilhar. Fez o mesmo à colega que seguia comigo. E durante todo o percurso foi de uma brutalidade verbal dispensável num momento já de si tão stressante sem uma besta como aquela a acompanhar o trajecto. Mas passei. Fui superior. Mas só para ficarem com uma ideia da besta, quando começou o exame das dez da manhã, ainda eu estava no parque de estacionamento do Centro de Exames do Porto e pude assistir ao mesmo filme com outra miúda que ia começar o seu exame de condução. Estiveram uns cinco minutos dentro do carro, com a examinadora provavelmente a colocar a sua pergunta preferida "Para que serve a bateria quando o carro está em movimento?", passados os cinco minutos, a miúda arrancou e já ia a chorar. Pura maldade.



B. @ 15:29

20/1/12

Tenho aqui uma novidade fresquinha mas não posso contar.

Não sei me aguento. Ai.

 



B. @ 09:48

20/1/12

Lexie Grey


B. @ 15:06

18/1/12

Não gosto de ter preocupações na cabeça.

Sou assim.

 

 







B. @ 09:22

16/1/12

Descobri recentemente que fiquei intolerante à mentira.

 



B. @ 09:13

16/1/12

Odeio conduzir. Ponto.

Basicamente é isto que se passa.

 

 



B. @ 09:06

14/1/12

Fazer manicura no salão. Estou ir.




B. @ 15:32

13/1/12

Encomendo o vestido ou não encomendo o vestido?

Dilemas. A vida é tão difícil.-



B. @ 15:15

13/1/12

No Facebook somos noventa.

Noventa apreciam a minha parvoeira. 

 

Obrigada. 



B. @ 11:05

13/1/12

As pessoas dizem-me que foi a atitude correcta. E isso baralha-me.

Tomar decisões é a minha cena preferida mas nem por isso é fácil.



B. @ 11:02

13/1/12

 

 

 

i love you

 

 




B. @ 10:56

13/1/12

Mas, por exemplo, estacionamentos, inversões de marcha e manobras afins, é na boa. Conduzir propriamente, é que não. Olha o pisca, cuidado com os peões, e os carros da direita, e os da esquerda que são os primeiros a bater, reduz!, não reduzas, tanto!.... shoot me!



B. @ 08:51

13/1/12

Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. Odeio conduzir. Odeio donduzir. Odeio conduzir. O D E I O CONDUZIR.



B. @ 08:00

13/1/12

Vou sair de casa agora. 

Saiam da frente!



B. @ 07:59

13/1/12

Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro. Não entrar nas rotundas em velocidade cruzeiro.



B. @ 14:48

12/1/12

O vermelho é maravilhoso.

 



B. @ 12:22

12/1/12

Épá, sou uma condutora muito mais atenta, responsável, racional e desenrascada quando sou pendura.

Alguém me explica isto?



B. @ 09:23

12/1/12

O que é que eu acho? Ninguém, ninguém!, precisa de 45 mil euros/mês para viver. Duvido sequer que alguém mereça tal valor. Ninguém. Isto é só um insulto. E uma desilusão.



B. @ 09:16

12/1/12

Pisca. Verificar o trânsito. Pisca. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Pisca. Verificar o trânsito. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Meter segunda antes da rotunda. Paraste? Mete primeira. Mete primeira. Mete primeira. Mete primeira! Mas se for na rotunda, mete segunda. Esta merda é simples, pá!, qual é a dificuldade? A cabecinha não é só para ganhar caspa. Pensa. Pensa! E não mates ninguém pelo caminho.




B. @ 14:33

11/1/12

Sandes de bolacha Maria, marmelada da Tia e queijo D. Pedro.

 



B. @ 09:43

11/1/12

 
Este vestido, da Claire Pettibone, é absolutamente perfeito. Perfeito. Infelizmente, não vende em Portugal. Estou a segurar as lágrimas. As fotos, também elas perfeitas, são do mais que talentoso André Teixeira, dos Branco Prata. Super fã do trabalho deles. Super.


B. @ 09:15

11/1/12

Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Eu não tenho medo de conduzir. Plim.



B. @ 15:58

10/1/12

Ópá, esta catraia derrete-me.




B. @ 15:28

9/1/12

Aparentemente, pelo menos oitenta e oito lêem o Conversas.

Obrigada.



B. @ 10:55

9/1/12

 

 Quando a Inditex decidiu criou a Zara Home estava a pensar em mim. I'm pretty sure.



B. @ 09:37

6/1/12

O Nelson Filipe é um Avintense de 6 anos e é portador de uma doença rara, Síndrome de Norrie. Tem muitas limitações: não vê, não fala e não anda o que o obriga a 3 medicações diárias e uso fraldas.

Existe a possibilidade de melhoras: o Filipe precisa de uma operação para lhe restituir a visão e mobilidade, operação que terá que ser feita em Cuba e são precisos 10mil euros. Todos já sabemos como estes tratamentos ficam muito caros e os pais não têm possibilidades económicas para isso. Ajudem! 

 

Vejam também o vídeo.

 


NIB CGD: 003501240001656900080 

Mais esclarecimentos: 916373288 - Mãe

Obrigada!




B. @ 16:08

5/1/12

Até posso passar no exame mas mais do que isso não creio.

E é isto.



B. @ 09:36

5/1/12

Lobos em pele de cordeiro. Só vejo lobos em pele de cordeiro! Escumalha do pior. Nojo de gente. Vermes. Que Deus vosso senhor, que tanto amais, vos dê em dobro o que semeais.

 

 



B. @ 11:15

4/1/12

Já vos disse que estamos no Facebook? :)

 

 



B. @ 10:43

4/1/12

Eu ia dizer que não compro no Pingo Doce e agora também não vou começar. Mas lembrei-me "xinapá, e agora se a Sonae se manda para o lado de lá, como é que vou fazer?". Esclarecimento: sou pró-Sonae. Don't ask. Ele diz-me que a Sonae também tem umas cenas na Holanda, ainda que não a sede. E depois a MC remata como só ela sabe fazer "não esquecer: o pingo doce vende produto português".

 

Pá, não é fácil isto. Estou irritada. Mas pronto.



B. @ 10:37

4/1/12

Eliminar o termo 'LOL' da minha escrita. Porque a forma como os restantes o usam me envergonha e eu não quero confusões nas interpretações.



B. @ 22:01

3/1/12

Acabo de descobrir o Caravana Bazaar e estou rendida.

Vejam lá se não é uma delícia...

 

Fotos via Mãe 360º
Fotos via Eco Plum


B. @ 18:27

2/1/12

Em 2011 faltou dizer: há umas semanas, numa troca de nomes, posso ter dado a entender que te sinto a falta. Nada mais falso.



B. @ 17:17

2/1/12

O IVA aumentou horrores e já nem compra açúcar em pó para fazer aquele cheesecake que ama?

Então porquê



B. @ 16:18

2/1/12

Há uma palavra que define bem o Ano Pessoal 8: realização. Este será um dos períodos mais favoráveis de sua vida para concretizar sonhos. Muitas pessoas compram sua casa própria, se casam, têm o primeiro filho e adquirem mais sucesso profissional num ano simbolizado pelo 8. Será um ciclo bem dinâmico, que demandará um rápido poder de decisão e uma constante ação rumo às metas almejadas.

 

Como você tem o Número de Motivação 5 em seu Mapa Numerógico, poderá lidar melhor com as obrigações e compromissos deste período se puder ter uma certa liberdade e independência nesse processo. Aproveite as oportunidades práticas que este Ano Pessoal 8 lhe oferece para conquistar alguns desejos há muito sonhados, renovando a sua vida e de outros através destas realizações.

 

Um dos fatores essenciais para realizar o que quer, B., diz respeito a assumir suas ambições. Muita gente considera que ser chamada de ambiciosa é uma ofensa. Como se fosse ruim ter o forte desejo de batalhar por seus objetivos, sejam estes materiais, afetivos, familiares. Neste ano, será fundamental reconhecer-se mais disposta a progredir. E isso inclui ganhar mais dinheiro, ocupar uma posição de maior poder, ser ainda mais bem-sucedida, enfim, crescer na vida. E aceitar as recompensas: o reconhecimento social e uma maior respeitabilidade.



B. @ 12:36

2/1/12

Em 2011 descobri que recuperei uma capacidade extraordinária - diria alien, mesmo - de sair fora do meu corpo e seguir a vida como se nada daquilo que está a acontecer fosse, de facto, na minha vida. Uma espécie de negação mas com menos despesas pisiquiátricas. [exactamente na mesma medida em que não tenho para não me meter na vida alheia, and fix it all quando o circo pega fogo mas estou a tratar de melhorar esta última.] 2011 foi o ano em que me separei daqueles que foram família durante uma década e doeu-me mais que muito. E percebi que quando eu achava que estava apenas a ser eu própria, estava, apenas e só, a ser arrogante e tinhosa. Procurei corrigir. Foi um ano de muitos, muitos e muitos planos e realizações. Foi o ano em que reforcei amizades e fiz deles verdadeira família. Apaixonei-me pelo facebook e fiz mais amiguinhos. Em 2011 deixei os palavrões, quase!, e custou-me porque gostava mesmo deles. Foi o ano em que me perdi de amores pelo esqui e não sei como vou viver sem neve. Em 2011 desiludi-me com outros uma, outra, outra e outra, mais uma e outra e outra, uma, duas, e outra e outra vez. Pior: eu que sempre fui tão boa nas avaliações e que procurei primar pela máxima "Todos são culpados até prova em contrário!", fui completamente enganada. Damn! A cada uma delas, perdoei, até que não fui capaz de o fazer mais e fechei o ano em ruptura. Mas ao mesmo tempo, zerei, esqueci mágoas e ressentimentos e recomecei relações como se nada se tivesse passado. Em 2011, percebi que não, não sou a cabra fria e calculista que gostava muito de ser e sou melhor pessoa do que aquilo que, por vezes, deveria. Achava eu que era uma pessoa que não perdoava ou esquecia, tão enganadinha!, faço as duas com a facilidade de um estalar de dedos. Constatei que a verdade é uma: estamos aqui para ser felizes e nada mais importa. E sou. Que a vida é fácil, a gente é que complica. M e s m o. E que nada, nada, mas nada mesmo, é assim tão grave, só a doença. É não complicar, pessoas. Por isso, baixei a fasquia e exigi menos dos outros, afinal, os outros não me devem nada. Confirmei que a vida é doce e fácil com um bom Amor e que o meu é perfeito para nós. Descobri a paciência e algum bom senso, também uma capacidade extraordinária de trabalho, engoli sapos gigantescos, voltei a engolir sapos gigantescos, esperneei em surdina, passei meses em conflito interno, errei e percebi que foi o melhor que podia ter acontecido. Confirmei que a família é tudo e que o silêncio me diz muitas coisas. Em 2011 fiquei velha e vai daí, como os velhos, acordo às sete da matina e deixo o sono fugir. Ca'nervos. Em 2011 fiz vinte e nove e adoro. 2011, parece mas não foi um ano mau, foi só um ano muito difícil e, por isso mesmo, foi um ano de crescimento, descoberta e muito tabalho. Mudei em 2011, para melhor, contudo, continuei a ser eu em todos os segundos do dia, não há duas Isabéis, what you see is really what you get. Mudei em 2011, para melhor, todavia, continuei a chamar os bois pelos nomes, e quem diz bois, diz vermes. Parte desta mudança veio de muita luta com o espelho mas devo-o também a ti, meu Amor, que me fizeste sentir perfeita na minha pele e isso me fez querer ser ainda melhor. E foi isto, essencialmente. Em boa verdade, 2011, ainda não terminou, faltam encerrar uns capítulos. Lá chegarei. 



B. @ 10:03

2/1/12

1. Não me inscrever num ginásio. Ever!

2. Quinze camarões antes de empaturrar parar de comer. Em vez de: depois de empanturrar, comer mais quinze camarões.

 

 

Fácil.



B. @ 23:15

30/12/11

Não tenho problema nenhum em engolir sapos. O meu corpo está programado para os transformar em ferozes dragões. Aplica-se.Tanto. [roubadinho à Pólo Norte]


B. @ 21:19

29/12/11

Tenho uma Mycook. Presenteei-me. Ando a sopeirar.

 

Do not disturb.



B. @ 11:22

24/12/11

Feliz Natal! 

Que o vosso sapatinho esteja carregado de Amor.




B. @ 17:14

23/12/11

Não me vou para o Natal sem umas palavrinhas aos invejosos: descansai, amanhã não receberei nada do que pedi nas últimas semanas. Que não são pedidos, fofos, são partilhas. Como aliás, não acontece com 99,9% das publicações. Não queria ter que explicar isto mas forçais-me. Mas certo é que o que vou receber será melhor e muito mais espectacular do que aquilo que publiquei. Como sempre. O meu Amor não falha. E a minha mai'velha também não. Largai os ressabiamentos e a cotovelice e ide ser felizes. Tendo, no entanto, a certeza de que a pessoas como vós não calha na rifa gente tão boa como a minha. São sortes. E eu, nasci com o rabinho virado para a lua.



B. @ 15:01

23/12/11

Fico contentinha que as respostas ao meu postal de Natal sejam "só mesmo tu!" ou "que saudades das gargalhadas!" ou "nem precisavas assinar, este postal só podia ser teu!" ou mesmo o meu "aiqueriso!". Pronto, até pode ser caridade da época mas aquecem-me o coração. Boas Festas, Pessoas!



B. @ 12:45

23/12/11

 
Rosa Clará 2012



B. @ 14:27

22/12/11



B. @ 14:15

22/12/11

 

Correio da Manhã pergunta:

Por exemplo, aos professores excedentários que temos, e temos muitos, aconselharia a abandonarem a sua zona de conforto e a procurarem emprego noutro sítio?

 

Pedro Passos Coelho responde:

Em Angola e não só. O Brasil também tem uma grande necessidade, ao nível do ensino básico e secundário, de mão-de-obra qualificada. Sabemos que há muitos professores em Portugal que não têm, nesta altura, ocupação. E o próprio sistema privado não consegue ter oferta para todos. Estamos com uma demografia decrescente, como todos sabem, e, portanto, nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma, ou consegue nessa área fazer formação e estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa.

 

 

 

Não me choca. Mas compreendo que há quem prefira a mentira. São gostos.

Recomedo a leitura intregal. Só para poderem reclamar com conhecimento de causa.



B. @ 14:05

22/12/11

Bom, há uma coisa, e só uma!, que me irrita nestas estações: a comida gela em segundos.

E eu odeio comida morna ou fria!



B. @ 13:06

22/12/11

 

Maravilhosos. Prada, creio, mas não tenho a certeza. Via Dos Meus Saltos Altos.




B. @ 11:02

22/12/11

Ainda a propósito disto, a Pólo explica-se muito melhor. É ler.

 

Tem sido frequente ao longo da minha vida ouvir o discurso de condescendência das pessoas mais velhas. Geralmente vem acompanhado de um olhar maternal e uma atitude (tonta) de condescendência. "Ah e tal, na tua idade eu também pensava assim..."

 

Não me venham com histórias: os meus 31 anos não são os mesmos que os 31 anos de montes de gente e a maturidade não vem com a idade. 

 

Recorro, aqui, à noção de custo e de valor: 31 anos custam 31 anos a passar, 372 meses seguidos; mas, 31 anos podem valer muito mais ou menos que o tempo que lhes está inerente. 

 

Os meus 31 anos arquivam meses internados em enfermarias, o divórcio dos meus pais, o desaparecimento do meu pai por mais de dez anos. Os meus 31 anos guardam estudo árduo, a responsabilidade de que não se pode falhar nem ser-se mediano no que se faz. Os meus 31 anos conservam dias maus, péssimos, dias tristes, lágrimas, amigos perdidos, erros cometidos. Os meus 31 anos acumulam paixões vividas, não vividas, mal sucedidas, concretizadas, um casamento, o fim de um casamento, casos que valeram a pena, flirts que foram uma perda de tempo, um amor maior. Os meus 31 anos têm sido um terminal de um aeroporto: gente a chegar, gente a partir, gente que ficou na minha vida como quem fica em terra a abraçar quem chega e a despedir-se de quem vai. Os meus 31 anos guardam arrependimentos, desilusões, perdões. Os meus 31 anos arquivam desafios profissionais, poder conquistado, quedas, priorizações, pirâmides de Maslow relembradas. Os meus 31 anos encerram em si perdas maiores, o confronto com a morte, a tristeza sem fim e, por fim, a saudade. Os meus 31 anos trazem livros escritos, árvores plantadas.

 

Os meus 31 anos valem o que valem. Mas não valem, com certeza, os 372 meses seguidos que custam a passar a todos os que, comigo, partilham a idade. 

 

Por isso não me venham com histórias. Nem com falsos moralismos. Nem com lições. Conheço pessoas novas que são velhas e conheço pessoas velhas que ainda não cresceram.  Na minha idade eu já vivi muito mais que algumas pessoas mais velhas e acredito que muito menos que algumas mais novas. Não é linear: o tempo traz dias não traz, necessariamente, aprendizagens. Nem crescimento. 

 

Por isso, senhores mais velhos, não me tratem com condescendência nem me digam que "na minha idade" vocês isto e aquilo. Porque eu tenho o poder e o tempo de fazer muito mais até chegar à vossa idade.

 

Porque não, meus amigos, a maturidade não vem com a idade. Lamento.
A idade não é um posto. É a vida vivida é que nos traz divisas. 




B. @ 10:36

22/12/11

Esta mudança no blogue da Pipoca aborrece-me um bocado, perdeu a graça, mas volta e meia ainda encontro por lá coisas giras. Como a marca de vestidos que ela lançou, a Chic2Chic, que arranca com três modelos e eu gosto de todos mas quero o Layer! É ver aqui.

 

 

 

Adenda: já a agenda 2012 é o medo!



B. @ 09:54

22/12/11

Take it easy, dizem.

Como é que se faz isso, pergunto.

 



B. @ 05:59

22/12/11

Sono, cadê você, garoto?


B. @ 17:51

21/12/11

Pior do que mulheres com calças em braile, são homens com calças em braile.

A sério, ninguém gosta desta gente?

 

 



B. @ 16:20

21/12/11

Família ama não impõe.

E eu tive essa sorte.

 



B. @ 14:20

21/12/11

Não confundas: não estou furiosa. Só desiludida.



B. @ 12:25

21/12/11

Não sei se já vos disse: estamos no Facebook.



B. @ 12:14

21/12/11

Não sou cantora nem nunca serei. Já o escrevi várias vezes. Não aprecio a minha voz e julgo que a maioria dos meus ouvintes também não. Mas tenho aulas de canto há três ou quatro anos, não sei bem, e aquela hora é das mais felizes do meu dia. Isto de cantar não é abrir a boca, aliás, na minha interpretação da coisa, é engenharia mecânica mas em cordas vocais e cavidades. E eu deliro mais com o perceber desta engenharia do que com o acto de cantar. A cada novo espaço que encontro dou pulinhos de contente [literalmente!] e fico banzada com o que consigo fazer! O som não sai da garganta nem do peito, sai dos olhos, do nariz, do céu da boca, dá voltas dentro da cabeça e, garanto-vos, fisicamente, isso sente-se. Sempre gostei mais de vozes do que música. Explico: fico sempre mais deslumbrada quando oiço a Mariah, a Celine, a Cecília Bartoli, a Adele ou o Josh Groban a cantar do que qualquer outro talento musical e aclamado pela crítica. E não é o género que me prende é a voz e aquilo que eles conseguem fazer sem esforço. Sem esforço físico, digo!, quando cantam, o corpo não revela esforço. Parece fácil. E, na verdade, é. Ao fim deste pouco tempo de aulas, posso dizer: cantar é fácil. Não se faz é sem a aprendizagem. Tampouco se mantém sem a mesma. Tirem daí o cavalinho da chuva! Ontem, atingi notas altíssimas sem esforço. Absolutamente nenhum. O meu corpo não se contorcia e a minha expressão não explodia em vermelho. E tudo porque o som estava colocado no sítio certo. Maravilha! É uma sensação de liberdade inexplicável.



B. @ 11:24

21/12/11

A poligamia é uma coisa que me fascina. Já li livros, vi séries e filmes. E adoro. Não deixo passar uma. Freud explicará. Contudo, não está nos planos aderir à coisa. Sossegai. Impressiona-me como é que aquelas mulheres partilham o mesmo homem felizes da vida e ainda têm uma verdadeira relação de irmãs entre elas. Desconhem o ciúme? Por estes dias descobri no TLC, que vai de mal a pior, o reality 'Sister Wives' e estou obcecada. Ele tem quatro mulheres e dezanove filhos. Quatro casas gigantes, pois claro, e brutos carros. Felizes da vida. Não percebo como é que alguém se desdobra e financia para aquilo tudo. Bom, estes fazem um reality show e só isso é uma rica fonte mas e os restantes? Fascina-me. Pronto.



B. @ 09:32

21/12/11

Eh Eh Eh 

A maioria dos leitores são do Sul de Portugal. Curioso.

Beijinhos, Pessoas.

 

 

Mas também da Califórnia e do Canada.  What?!



B. @ 09:29

21/12/11

Tenho uma capacidade extraordinária para perdoar. 

Exactamente na mesma medida em que não a tenho.



B. @ 20:41

20/12/11

Más notícias. Ou boas. Ainda não decidi. É fechar os olhos e seguir.


B. @ 13:30

20/12/11

Faz falta uma Zara Home no Arrábida.

É que tem tudo a ver.

 



B. @ 10:28

20/12/11

Ansiosa por sábado.

Decidi: vou sopeirar!



B. @ 09:52

20/12/11

Carradas de talento. Ainda que me faça espécie, duas miúdas de 15 e 16 anos assim produzidas e oxigenadas. 


B. @ 14:18

19/12/11

Vi este fim-de-semana. Não me convenceu. Aliás, não me fez puto de sentido nem percebo as paixões assolapadas que por aí andam. Achei as interpretações fraquíssimas, as viagens muito pouco exploradas, tudo muito a correr, o núcleo noiva, família e amigos parece-me completamente acessório e o final muito, muito pobre. Um filme montado com cuspo. Basicamente. Nem parece Woody. 

 

E Beginners, igual. 



B. @ 13:22

19/12/11

Comer camarões com casca. Mas, em minha defesa, antes de ser afectada por este pecado capital, descascava os bichos com faca e garfo. Que não há coisa pior que cheirar a marisco. Ou alho. Ou cebola. Ou ambos os dois em forma de estrugido.



B. @ 12:12

19/12/11

Gosto dos Maroon 5. Sempre gostei. E a música Moves like Jagger faz-me sorrir e dançar. Mas fosse um qualquer artista português a produzir uma música com esta letra e era o fim do mundo. 



B. @ 10:56

19/12/11

Gostava de conseguir e poder publicar aqui o vídeo de ontem da minha mai'nova a tocar Adele na Festa de Natal da ACMA. Não consigo nem posso. Mas foi uma brutalidade! Nunca mais oiço o original! És a maior, mai'nova!



B. @ 10:29

19/12/11

Oliphant Design via Amor às Riscas
Ficava mesmo bem com um vestidinho que tenho em mente. :P


B. @ 17:59

16/12/11

Sou uma rapariga enérgica. E uso da cabeça para pensar. Também tenho ideias cá só minhas. E opinião sobre quase tudo. E repito: sou uma rapariga. E isto tudo junto deve fazer imensa confusão às pessoas. Porque à mínima discordância o argumento do outro lado é sempre: tu és nova, tens que acalmar mas isso com a idade passa. Ora bem, não raras vezes, em discordância estou exaltadinha. Mas há outras tantas em que estou mais zen que qualquer budista, agora, claro, não largo o osso se assim o entender. O argumento é que não muda. Já os meus parceiros no desacordo podem estar já a chupar o tutano mas o mesmo não se lhes aplica. A idade não é um posto, pessoas, o respeito é para miúdos e graúdos. Os miúdos às vezes também têm razão; a minha mais nova é prova disso - enfio cada barrete! É desonesto que, sempre que o confronto é entre uma mulher e um homem ou um miúdo e um graúdo, que se tente terminar a discussão desta forma. Porque eu cá oiço muita vez os mesmos a discutir acesamente e não usam da mesma cartada! A isto chama-se falta de argumentos. 



B. @ 17:22

16/12/11

 

Ser mais papista que o Papa.

Não há pachorra.



B. @ 13:01

16/12/11

Também ainda não recebi este. A capa é maravilhosa.


B. @ 12:21

16/12/11

O melhor do meu dia?

Almoçar no Passal e dar duas de letra com a Avó.



B. @ 11:49

16/12/11

Cabuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuum! O Aleixo implodiu! Acabei de ouvir. 

Palminhas, Rui Rio!



B. @ 11:07

16/12/11

 

 

Ela: Somos diferentes, não vamos dar certo.

Ele: Claro que vamos.
Ela: Porquê?
Ele: Porque não se completa um quebra-cabeça com peças iguais.

 

[via facebook]



B. @ 09:51

16/12/11

A minha Mãe descasca-me as nozes e diz: tens ali um frasquinho. São miminhos. Bons. ♥


B. @ 17:40

15/12/11

Ele: Temos que ganhar mais. Precisamos ter mais dinheiro!

Ela: Para ganhar mais é preciso trabalhar mais. Dois empregos, digo.

Ele: Pois. Temos que arranjar uma solução mais criativa...

Ela: [silêncio]

Ela: Sugeres pôr-me a render?



B. @ 15:37

15/12/11

 

 

A não ser, claro, que a aula corra estupidamente bem, como aconteceu ontem. 

Gosto de pensar que evoluo, cresço, fico mais madura. Em três dias. Pá!, cada um com o seu timing. Eu sou só mais rápida que vós. Não sejam invejosos! É feio. A não ser que seja inveja boa. Claro.

 

 



B. @ 14:17

15/12/11

Exactamente o que se passa comigo nas duas últimas semanas.
Imagem da Menina Limão


B. @ 12:29

15/12/11

A Mafalda voltou. Gosto das receitas. Resta saber se são da sua autoria ou inspiradas. Para já nenhuma indicação sobre fontes. Presume-se que são criações da própria. Mas pronto. Fica a dúvida. Tenho pena. Foi das grandes desilusões de 2011. Ainda assim, quero o livro. Não me arreliem que a lei ainda não me obriga a ser coerente.



B. @ 12:20

15/12/11

aiocaracinhas! Eu já tinha passado esta fase. Estava quase profissional da coisa. Sintética. Essencial. Ou básica, vá! É certo. Informal. Procurando não fazer as pessoas perder tempo. Sem malabarismos. À minha moda. Mas já fazia a coisa sem palpitações, fífias e vozes maradas. Mas nestas últimas a coisa não correu tão bem. A voz embargada, hesitações, brancas e o chão a fugir-me dos pés. Ontem pensei que tombava e me espalhava redonda no chão. Tu queres ver que desmaio? Não desmaiei mas foi por milímetros. Cruzes!



B. @ 11:54

15/12/11

Acabo de ver fotografias do concerto da Rihanna em Barcelona. Não procurava, apareceu nos feeds. Rihanna canta em biquini, lingerie, whatever. Seminua. Faz-me espécie. Não entendo a necessidade. Foleirice.